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Doze anos depois
— Então? O
que acha? — Demi largou os panfletos turísticos sobre a mesa do restaurante.
Sabia de
antemão o que Joe acharia da propaganda prometendo praias de areias
alvíssimas, águas azuis e mais esportes náuticos do que se podia imaginar. E românticas
noites tropicais, claro.
Joe olhou
através da janela do restaurante para o céu cinzento e para a neve derretida
nas calçadas.
— Ouvi dizer
que a temperatura em Nashville continuará abaixo de zero pelo resto da semana.
Então, um
sorriso lento revelou as covinhas nos cantos da boca que tanto encantavam Demi,
as mesmas que
vinham destroçando corações
desde o curso primário.
— Sol,
areia e sexo. Existe coisa melhor? — Joe se pôs
a folhear os panfletos. — Alguma ocasião especial?
— Podemos
dizer que sim.
Você está olhando
para a nova
diretora de marketing da Capshaw
& Griffen. E o melhor: a promoção vem junto com uma sala maior, toda
envidraçada, e um excelente aumento de salário.
— Mas que
bela notícia! — Ele pegou-lhe as mãos por sobre a mesa.
A genuína
satisfação de Joe aprofundou suas covinhas adoráveis. Mesmo após todos aqueles
anos de amizade, o coração de Demi batia mais forte toda vez que ele sorria.
— Eu mal
podia esperar para lhe contar. — De fato, ela precisou fazer força para não
chamá-lo pelo celular, preferindo que partilhassem a boa nova em companhia um
do outro.
— Bem
merecido. Você é brilhante e tem se esforçado muito nesses últimos oito anos.
Como Charles recebeu a notícia?
Pobre Joe... Quantos almoços de fim de semana precisou agüentar durante as tribulações
de Demi com seu arqui-inimigo, Charles Langley? Talvez o mesmo número de vezes
que ela o apoiou e confortou.
— Não muito
bem. — Demi mordeu um pedaço de pão de queijo. — Demitiu-se esta manhã quando
soube de minha promoção. Bons ventos o levem!
— Mais uma
vez, muito bem merecido. Aquele homem infernizou sua vida durante dois anos
inteiros. Confesso que mais de uma vez me vi desejando encontrá-lo sozinho em
um beco escuro, para esmurrá-lo. — Joe estava sempre pronto a lutar por ela.
— A vingança
foi mais doce desse modo. Isso é para Charles aprender a jamais subestimar uma
mulher com planos. — Demi colocou algumas azeitonas no pratinho do pão e
passou-as a Joe.
— Planos e
uma veia competitiva como a sua. Você agora deve ser a mais nova diretora de
marketing da história da empresa.
Ela sorriu.
— Mas veja
quem está falando... o maior sucesso em vendas da Rooker Sports Equipamentos em
pessoa!
Joe devorou
as azeitonas, aceitando o elogio. Sabia que, para Demi, suas realizações
significavam tanto quanto as delas.
— Esse
excelente aumento... de quanto foi exatamente?
— Quer saber
se vou ganhar mais do que você? — Ela meneou a cabeça. — Jamais lhe direi de
quanto foi, mas vamos dizer que... estou alcançando rápido o seu patamar. Mas e
então? Não acha que será divertido ir à Jamaica comigo e com Elliott? Com sua
namorada, claro. — Pegou uma fatia de tomate com o garfo. — Diga que sim. Gostaria
muito de tê-lo conosco. Por falar nisso, quem é sua namorada atual?
— O nome
dela é Kiki. É muito simpática.
— Sim. Todas
elas o são.
E na verdade
eram, tanto que após partirem para a próxima, elas e Joe continuavam sendo
amigos, formando, assim, um grande e feliz harém que nunca parava de
espantá-la.
— Você muda
de namorada como muitos homens mudam os canais de esportes na televisão.
Joe arqueou
as sobrancelhas, com malícia em seus olhos verdes.
— Saiba que
existem excelentes canais de esportes, Demi, e se ficarmos parados
muito tempo em um só, acabaremos perdendo muita coisa boa passando nos demais.
Ela
suspirou. Preocupava-se muito com Joe e seus relacionamentos.
— Pode
ser... Mas sejamos sinceros, você tem uma forte tendência a sentir-se atraído
por mulheres não muito brilhantes.
— Está
querendo dizer que as inteligentes não querem nada comigo?
Como não? Um
homem bonito, sensual e cativante como ele? Joe era um amigo maravilhoso,
engraçado, atencioso, prestativo e carinhoso... mas em todos aqueles
anos não foi
capaz de estender
a mesma atenção
a nenhuma de
suas namoradas.
— Estou
dizendo que mulher alguma em seu juízo perfeito se envolveria com um rapaz que
troca de canal a todo instante. — Demi classificou o sorriso dele como maldoso.
— Talvez eu
ainda não tenha encontrado um canal que me impressionasse e me prendesse.
Demi estremeceu, diante da sugestão sensual na resposta muito masculina, o que a
colocou em estado
de alerta. Não
havia por que
confessar-lhe que, na privacidade de seu quarto, ela pensava
muito nele, mas não apenas como amigo. No entanto, canais especiais,
impressionantes ou não, não cabiam dentro de uma amizade.
— Sobre o
que vocês conversam quando saem juntos? — Demi estava curiosa.
O que o
seduzia nesse tipo de mulher, além da óbvia atração física? Sexo apenas não
bastava para tornar um relacionamento duradouro.
Joe deu de
ombros.
— Não penso
em conversas profundas quando estou com elas. É por você que procuro quando
quero discutir a paz mundial.
Algumas
vezes eles falavam durante horas sobre tudo e sobre nada. Em outras ocasiões,
passavam longas horas juntos em confortável silêncio.
— Estive
pensando sobre isso e decidi que você é emocionalmente imaturo.
— Sou homem,
meu bem, e por isso tenho pleno direito de ser emocionalmente imaturo.
Demi detestava quando Joe se recusava a levá-la a sério.
— E tem se
saído muito bem nisso. Vá em frente e divirta-se. Algum dia aparecerá alguém
que partirá seu coração. Então, saberá o que é sofrer por amor.
— Isso
jamais acontecerá.
— Como pode
estar tão certo?
— Sempre se
poderá mudar de canal, antes de começar a se interessar pelo jogo. — Joe pegou
o prato de salada e serviu-se. — De qualquer modo, poderei contar com você para
me ajudar a recolher os cacos, srta. Certinha. Diga, tem certeza de que Kiki e
eu não vamos aborrecer seu namorado?
— Absoluta.
Garanto que Elliott não se importará quando eu disser que vocês irão conosco.
A viagem
seria bem mais divertida com Joe. E com... Kiki.
— Então não
o informou de que pretendia nos convidar? — Joe sorriu. — Quer dizer que você
coordena toda a viagem e o avisa apenas do dia e da hora em que deverá
comparecer ao aeroporto?
— Mais ou
menos isso. Elliott prefere assim. Ele anda muito atarefado.
— Vocês dois
discutem alguma coisa além da paz mundial? — Joe reverteu a situação.
Sendo
professor de literatura grega e romana na Universidade de Vanderbilt, Elliott
era sempre tão sério e compenetrado que um leve toque de frivolidade não lhe faria
mal.
— De vez em
quando. Nós dois estamos precisando de alguns dias longe do trabalho.
Demi esperava que a viagem de férias agilizasse o relacionamento estagnado dos dois.
Aquela temporada de férias na Jamaica faria bem a ambos.
Naomi, a
garçonete que costumava servi-los, se aproximou, como sempre, encantada com Joe.
— O mesmo de
sempre? — ela se dirigiu e Joe, que fez um sinal positivo com o polegar. —
Ótimo. Vão dividir uma baklava ?
— Não,
obrigada.
— Sim. Uma
baklava e dois garfos, — Joe discordou de Demi.
Naomi tornou
a sorrir, sonhadora, ao se afastar.
Joe causava
aquele efeito em mulheres de todas as idades, nas muito jovens e até nas mais
velhas, encantando todas, sem exceção. Demi agradeceu a Deus, e não pela
primeira vez, pelo fato de ser imune a ele.
— Só vou
querer um pouquinho. — Ela se permitiria pelo menos uma porção daquela delícia
de bolo de nozes e mel. — Mas não me deixe abusar.
— Fique
tranqüila. Bem, quando é que vai começar a me contar o que anda tramando?
— Como
assim?
Ele se
recostou no espaldar, cruzando os braços.
— É óbvio
que anda maquinando algo.
Demi sabia
de antemão como Joe receberia a notícia. Às vezes achava que o conhecia melhor
do que a si mesma.
— Na
realidade, estou, mas acho que isso não é nenhum crime.
Ela não
fazia nada sem antes planejar. Já tivera surpresas suficientes para a vida inteira,
aos seis anos, quando seus pais viraram seu mundo de ponta-cabeça. Desde então,
passou a delinear cada passo que dava. Depois dos vinte anos, passou a se devotar por inteiro
à construção da carreira, e alcançara aquela meta
dentro do cronograma. Agora era
vez de investir na vida pessoal.
— O que
pretende agora, Demi? A vice-presidência dentro de dois anos?
— Confesso
que é algo a considerar, mas a coisa agora é diferente.
— Pretende
começar a praticar ioga?
— Talvez no
futuro. Por ora, estou pensando na Jamaica como um lugar ideal para passar
minha lua-de-mel. Eu e Elliott saímos juntos há mais de um ano, e estamos pensando
em um compromisso mais sério.
— Está
querendo dizer que... vão se casar? Quer mesmo se casar com ele?!
Demi esperava que ele ficasse surpreso, mas Joe parecia atônito. Por que sentia-se
tão culpada, como se de algum modo o estivesse traindo?
— Por que o
espanto? Você tem algo contra Elliott?
Mas que
pergunta idiota! Por um ou por outro motivo, Joe jamais aprovara seus
namorados, desde que Demi saíra com um garoto pela primeira vez, aos dezoito anos...
não! Desde que se apaixonara por Gary Pelhan, no colégio. Claro que ela também
não gostava das várias namoradas que entravam e saíam do caminho dele sem cessar.
— Não. Não
tenho nada contra ele. Elliott é um bom sujeito, mas não para casar. Não com
você. Afinal, por que precisa de um marido, Demi?
— Não
preciso, Joe, eu quero um marido. Assim como você, estou prestes a completar
trinta anos, e gostaria de ter alguém a meu lado quando envelhecer.
—
Lembra-se de quando
furamos nossos polegares
com uma agulha
e misturamos nosso sangue? Tínhamos nove anos, e prometemos que seríamos
amigos para sempre, e que cresceríamos e envelheceríamos juntos.
Demi observou sua expressão séria. Como fazê-lo entender aquele vazio em seu
coração, que ansiava por ser preenchido?
— Quero ter
uma família, Joe.
— Mas você
já tem seus tios.
— Sim, e
eles são maravilhosos, mas sempre serão a família que o sofrimento me deu. —
Ergueu a mão, interrompendo o protesto dele. — Meus tios me assumiram quando
meus pais me abandonaram, mas nós não somos família por escolha, mas sim por
obrigação. Meus pais... bem, sobre eles não há mais o que dizer. Minha próxima meta
é construir minha própria família.
— Somos como
uma família, Demi.
A de Joe
também fora truncada. Ele agora dirigia luxuosos carros esportivos, que trocava
por um novo modelo a cada ano, e seu trabalho ia de vento em popa. Suas namoradas...
bem, quanto a isso Demi não tinha mais o que comentar. O único relacionamento
duradouro de Joe era o que mantinha com ela, e ele a conhecia como ninguém.
Todavia, parecia não entender sua ânsia por estabilidade e por uma família para
chamar de sua.
— É
verdade, querido, mas
quero uma aliança
no dedo que
simbolize compromisso. Quero um marido que volte para casa todas as
noites, que me dê segurança e, em poucos anos, um bebê. Quero ter o lar que
nunca tive.
Naomi
colocou a baklava entre eles e examinou o catálogo do Hot Sands, um luxuoso
hotel na Jamaica.
— Isso deve
ser um paraíso. Pretendem viajar para lá?
Joe exalou
um suspiro.
— Demi acha
que o lugar é perfeito para passar a lua-de-mel.
— Maravilha!
Fico feliz por vocês.
Demi conteve
a estranha agitação causada
pelo comentário da
garçonete. Naomi não era a primeira pessoa a achar que havia algo mais
entre os dois.
— Calma,
Naomi, não é nada disso.
Joe engoliu
em seco e forçou um sorriso.
— Na
verdade, estou ajudando Demi a escolher um lugar para passar a lua-de-mel, mas
com outro homem. Afinal, não é para isso que servem os amigos?
(...)
Trazendo as
embalagens com comida, arroz, filé com brócolis, frango xadrez, e uma embalagem
com seis cervejas, Joe bateu na porta de Demi pensando em conseguir matar
dois coelhos com uma só cajadada. Pretendia sugerir que assistissem ao jogo de
futebol na televisão e, durante o intervalo, tentaria convencê-la a desistir daquela
idéia maluca de casamento.
Aguardando Demi vir atendê-lo, Joe sentia o vento gelado infiltrar-se para dentro da sua
jaqueta de couro.
Aquela
viagem à ensolarada Jamaica talvez não acontecesse tão logo. Esperava que,
antes disso, Demi pesasse melhor o assunto e que eles dois pudessem aproveitar
juntos aquela semana de sol, areia e sexo... e não necessariamente nessa ordem.
Dessa vez,
tocou a campainha, e Demi veio abrir a porta. Usava seu traje costumeiro de
domingo à tarde: camiseta sobre calça de moletom folgada e tênis.
— Olá. Ainda
bem que chegou. Estou morrendo de fome, O que comprou para nosso almoço?
— Comida
chinesa. — Ele mostrou as embalagens.
— Ótimo. — Demi se afastou para o lado e pegou as cervejas da mão dele. — Entre. Coloque
sobre a mesinha. Vou guardar isto na geladeira.
Joe balançou a cabeça diante da desordem que encontrou sobre a mesa e sorriu.
Embora Demi fosse a rainha da eficiência em se tratando de sua profissão, no que
se referia às prendas domésticas era uma verdadeira tragédia. Ele colocou a jaqueta
sobre a dela no encosto da poltrona.
Ligou a tevê
e abriu as embalagens de comida fumegante. Um fogo abençoado ardia na lareira.
A casa de Demi, embora meio bagunçada, era sempre aconchegante.
— Vai querer
uma cerveja? — ela ofereceu da cozinha,
— Sem
dúvida.
Bridgette, a
cadela collie de Demi, aproximou-se dele e pousou a cabeça em sua perna.
— Ei,
garota, não pense que me engana com todo esse carinho. Sei que está interessada
no cheirinho gostoso que está sentindo. — A cachorra o fitou com seus solenes
olhos castanho. — É uma pena, mas essa comida é um veneno para os cães.
Com um olhar
resignado, Bridgette acomodou-se aos pés da poltrona. Demi por fim apareceu,
trazendo pratos, talheres, guardanapos e duas cervejas. Seu riso fácil sempre o
fazia pensar nas águas cristalinas de um riacho.
— Ela ainda
não descobriu que é uma cachorra.
Joe esparramou-se em uma das pontas do sofá, e Demi acomodou-se na outra,
começando a servir-se. Joe fez o mesmo.
— O que
pretende fazer com Bridgette enquanto estiver na Jamaica?
— Ela ficará
com meus tios. Tia Caroline e tio Frank não sabem dizer não aos animais
solitários. — Uma certa melancolia
tocou seu sorriso diante do próprio comentário.
— Não é
nenhum sacrifício para eles cuidar daqueles que amam. E Bridgette ficará mais
feliz com os dois do que no canil.
“A doce e gentil Demi... Algum dia ela se dará conta do quanto os tios a amam?”, ele pensou.
— Tem razão.
— Demi olhou para a televisão. — Não íamos assistir ao jogo?
— Claro que
sim.
— Aposto
cinco dólares como os Rangers vão ganhar dos Flyers!
Joe estava
prestes a tocar no assunto Elliott quando Demi se adiantou:
— Kelly está
animada com a viagem à Jamaica?
— Kiki. O
nome dela é Kiki. E sim, está animadíssima.
— O que ela
faz para viver? — Demi indagou, sem afastar os olhos da tela da televisão.
— É
cientista.
— Certo, mas
como ganha seu sustento? — Demi partiu um pedaço de brócolis e o colocou na
boca.
— É
cientista especializada na energia dos raios.
— Está
falando sério?!
— Formada
pelo Instituto de
Tecnologia de Massachusetts. E
fala cinco idiomas.
Joe não
dava a menor importância àquilo. Não estava atrás de nenhum namoro sério, e
Kiki era divertida, com ou sem tanto preparo. No entanto, isso pareceu ter
impressionado Demi profundamente.
— Oh...
Joe deu de
ombros.
— Como vê,
há pelo menos uma garota inteligente interessada em mim.
Demi estreitou os olhos.
— E como é
ela? Bonita?
— Muito. Foi
miss Texas.
Demi sentou-se um pouco mais ereta no sofá.
— Quando vai
nos apresentar? Estou ansiosa por conhecê-la.
— Kiki
também quer conhecer você.
Demi olhou
para seus trajes deselegantes.
— Ainda bem
que ela não pode me ver agora. Não estou nos meus melhores dias.
— Que nada!
Está muito bem assim.
Com sua
gloriosa cabeleira loira revolta, e dentro de uma de suas camisetas largas, Demi
tinha uma aparência que,
de repente, Joe
descobriu como sendo bastante tentadora. E isso não era nada
bom.
Joe estendeu a mão para o rosto dela e, com o polegar, retirou um pedacinho de salsa
de seu lábio, demorando-se ali por mais tempo do que o necessário.
— ... além
de muito sexy.
Demi o
fitou como se ele tivesse enlouquecido.
— Não
precisa mentir desse jeito só para me agradar. Ainda há bastante carne com
brócolis. Não quer mais um pouco?
— Sim,
obrigado. — Joe colocou mais comida no prato, para disfarçar o constrangimento
que ele próprio causara. Pretendia fazer-lhe apenas um elogio, e por pouco não
lhe fez uma proposta amorosa. — Tem certeza de que Elliott não achará ruim
viajar comigo e com Kiki?
— Ele
concordou quando conversamos pelo telefone.
— Já pensou
bem sobre querer entrar nessa de... casamento com Elliott?
— Lógico. Já
tenho tudo planejado. Nós nos damos muito bem, e gosto o suficiente dele.
Elliott é estável e digno de confiança, e sei que me fará feliz.
“Conversa! E
se eu não tomar alguma atitude e rápido, Demi acabará se casando com Elliott
só para ver sua droga de plano dar certo!”
Elliott não
era para ela, porque... bem, Joe não sabia direito o motivo; sabia apenas que
não era.
Se Demi
fazia tanta questão de se casar, Joe a ajudaria a encontrar um marido. Mais
tarde, talvez, quando eles retornassem da viagem à Jamaica. Precisaria ser
alguém que apreciasse sua beleza e inteligência, sua presença de espírito e
suas inúmeras qualidades, e não um machão incapaz de tolerar sua forte
personalidade e veia competitiva. E essa pessoa de modo algum era Elliott.
Joe suspirou antes de tomar um gole de cerveja. Precisava encontrar um modo de
convencê-la a desistir daquela idéia maluca. Sendo seu melhor amigo, não podia
permitir que Demi se casasse com a pessoa errada.
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Aqui está mais um... Hey hey! Tudo bem? Desculpem a demora, estava adiantando e finalizando algumas encomendas... Ta td uma correria, porém o ano está acabando \o/ Nada mais para falar, estou morrendo de sono! Respostas aqui' Beijos, amo vcs ♥





