1.11.14

Perigosa Atração - Capítulo 4

 

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- Demi, ele está bem?

A voz de Winnie atingiu Joe com o impacto de uma ducha gelada e ele se afastou de Demi com brusquidão, embora suas bocas já estivessem quase se tocando.

- Sim, ele está bem - Joe respondeu bastante irritado, tanto com a interrupção quanto com a sua própria fraqueza.

- Oh, desculpe-me! - Winnie falou sem jeito, afastando-se imediatamente.

- Meu Deus, será que a sua amiga acha que eu estou em condições de seduzi-la? Ela deve estar delirando.

Trêmula, Demi se encostou à pia, tentando recuperar o controle, o corpo ainda latejando de desejo.
- Você não compreende... - ela começou, lutando para encontrar as palavras certas que descrevessem o instinto protetor de Winnie.

- Você é realmente aquilo que parece ser, Demi? Uma mulher moderna e sofisticada?

- Por que quer saber?

- Porque por nada deste mundo eu me envolveria com você se a julgasse inexperiente.

- Você quer mesmo se envolver comigo?

- Meu Deus! Não lhe parece óbvio? Mal a toquei e já estou em fogo!

Então eram dois sentindo-se assim, porém Demi não julgava conveniente deixá-lo saber disso. Ela queria tanto se aproximar daquele homem atormentado! Mas se lhe dissesse a verdade a respeito de si mesma, ele se afastaria.

- Não sou moderna o suficiente para ir para a cama com qualquer homem. Gosto de saber onde estou pisando.

- Então você é cautelosa. Eu também o sou e não pretendo apressá-la. Entretanto, não estou disposto a manter um relacionamento platônico.

- Tampouco eu.

Joe hesitou por alguns instantes. Alguma coisa não soava muito verdadeira nas palavras de Demi. Ela era a melhor amiga da sua futura cunhada e este era um dos muitos motivos pelos quais devia manter distância. Contudo, todas as suas boas intenções iam por água abaixo quando estava ao lado dela, a única mulher capaz de não fazê-lo sentir-se solitário.

- Que tal um cinema amanhã?

- Winnie não iria gostar.

- Eu não estou convidando Winnie ou qualquer outra pessoa. Apenas você e eu.

- Poderíamos ir até Cody? Não há rodeios todas as noites lá?

- Todas as noites de verão - Joe respondeu com um sorriso sedutor. - Vamos até Cody em outra ocasião, se você fizer questão. Porém o cinema mais próximo fica em Billings.

- Mas Billings fica a uns cento e sessenta quilômetros daqui!

- Não é uma distância tão grande assim, doçura.

- Talvez você tenha razão, em se tratando de uma região enorme como o Wyoming.

- É melhor que você saia agora. Preciso tomar um banho antes do jantar.

- Está bem.

- A menos que você queira ficar e esfregar as minhas costas - ele falou com ousadia.

- Ainda é muito cedo para esse tipo de coisa.

Demi deixou o quarto perguntando-se onde estava se metendo e se seria capaz de manter um homem como aquele sob controle.

- Joe está ótimo - Demi assegurou às duas outras mulheres ao entrar na sala de estar. - Minha opinião é que ele deveria procurar um médico e levar alguns pontos, entretanto não fui capaz de convencê-lo.

- É uma atitude típica de Joe - Marie falou desanimada. - As coisas têm sido tão difíceis para ele. Gostaria que papai não tivesse deixado aquela carta. Acho que o melhor teria sido não dizer a verdade, depois de tanto tempo... Vamos até a sala de jantar, onde poderemos esperar pelos meus irmãos.

- Por que seu pai deixou uma carta para Joe? - Demi perguntou, incapaz de conter o interesse.

- Ninguém sabe. Papai era um homem que prezava a verdade e costumava pensar demais antes de tomar qualquer decisão. Talvez ele achasse que Joe tinha o direito de saber que seu verdadeiro ainda está vivo, embora eu saiba que meu irmão jamais procuraria por ele. Creio que meu pai planejava contar tudo a Joe antes de morrer, mas os acontecimentos se precipitaram e agora há toda esta situação difícil.

- Suponho que você e Dwight estejam atravessando um mau pedaço também - Demi falou com delicadeza.

- Você não é capaz de imaginar o quanto estamos sofrendo. Não nos importa quem seja o pai verdadeiro de Joe. Ele é nosso irmão e o amamos. Só ele parece não aceitar isso e temo que não seja capaz de fazê-lo nunca.

- Joe vai jantar conosco? - Winnie perguntou com uma pressão preocupada.

- Sim - Demi respondeu. - Pelo menos foi o que ele me disse.

- Não se preocupe, Winnie - Marie comentou com um sorriso. - Joe se comportará bem porque Demi está aqui. Creio que ele gosta dela.

- Deus a livre disso! Você sabe como ele é com as mulheres.

- Joe não magoará Demi. Não se preocupe tanto, Winnie.

- Espero que você esteja certa, Marie - Winnie falou com um suspiro. - Ele está envolvido com Dale, não está?

- Não, ele não está - Joe respondeu entrando na sala.

- Desculpe-me - Winnie murmurou, sem graça.

- Ela estará mais segura comigo do que com a maioria dos rapazes da cidade.

- OK. Suponho que você esteja com a razão. Mas é que... bem...

- Eu sei que Demi é a sua melhor amiga, Winnie. Mas não se preocupe. Não vou magoá-la.

- Vocês querem parar com isso? - Demi interveio forçando um sorriso. - Eu tenho vinte e cinco anos, não sou uma criança! O que vamos jantar, Marie?

- Pato com laranja. Com licença, vou retirar o molho do microondas, pois havia me esquecido!

Antes que Winnie pudesse fazer qualquer comentário, Dwight chegou com o vinho e logo todos se sentaram à mesa.
Durante a refeição Demi e Joe se olharam inúmeras vezes e era como se uma corrente elétrica atravessasse o ar. A atração entre ambos era explosiva, difícil de ser disfarçada. E havia muitos interesses comuns entre os dois: gostavam do mesmo tipo de livros, filmes e até mesmo esportes. Ela estava certa de que sob aquele exterior zombeteiro, existia um homem sensível e carinhoso.
Ao se despedirem, ele a puxou de lado dizendo:

- Vou apanhá-la amanhã às cinco horas. Precisamos sair cedo, pois a distância é longa.

- Você tem certeza de que quer isso mesmo?

- Não - Joe respondeu com honestidade.

Ele havia lutado contra o desejo de envolver-se, mas agora a situação escapara ao seu controle.

- Jantaremos em Billings antes de irmos ao cinema. Há um restaurante simpático no hotel Sheraton.

- OK. Acho que será ótimo - Demi respondeu com um sorriso tímido.

Joe nada falou, embora se sentisse tão ansioso quanto ela para o encontro do dia seguinte. Até poucos dias atrás ser um homem solitário lhe trazia muitas vantagens, especialmente porque não lhe cerceava a liberdade.  Dale,  Jessie  e muitas  outras  mulheres  haviam  tentado lhe  colocar amarras  e  não haviam conseguido. Nunca pensara num vínculo permanente e com Demi não devia ser muito diferente...
Ao ficar sozinho, no quarto, Joe pensou que talvez Winnie conseguisse convencer a amiga a não comparecer ao encontro.
Entretanto, não tinha por que preocupar-se.

- Mas e a sua reputação? - Winnie insistiu mais uma vez.

- Ela sobreviverá a um ou dois encontros - Demi falou com firmeza. - Oh, Winnie, ele é tão só! Você não consegue enxergar a dor daqueles olhos, a tristeza que parece consumi-lo?

- Não. Não creio que eu possua a sua perspicácia. Mas você não tem idéia de como um homem experiente é capaz de agir. Você nunca teve um namorado firme e Joe é alguém que sabe como tratar as mulheres. Se você não se cuidar, ele será capaz de seduzi-la num piscar de olhos, sua bobinha.

- É preciso que os dois queiram, para que haja uma sedução.

- Sim, eu sei. E também posso ver como você está fascinada por ele. Demi, essa atração é perigosa e você não tem idéia de como reagirá caso Joe tente tocá-la ou beijá-la. Você poderá perder a cabeça! 

- Você se esqueceu da educação que recebi dos meus pais? - Demi perguntou com suavidade.

-  Não.  Porém  estou  tentando  lhe  dizer  que  os  princípios  morais  podem  ser  momentaneamente esquecidos. A atração sexual é poderosa e chega um momento em que a mente já não consegue mais controlar os impulsos do corpo.

- Eu sei dizer "não". Agora vamos assistir a um pouco de televisão e depois iremos dormir, está bem?

Winnie começou a dizer alguma coisa, mas desistiu. Só esperava que a determinação de Demi pudesse resistir ao ardor de Joe Jonas.

(...)

Joe chegou pontualmente às cinco horas. Ele vestia calça cinza escuro e uma camisa xadrez em tons de cinza claro e preto. Sua figura alta e elegante fez o coração de Demi disparar.
Ela estava bonita também. O vestido lilás modelava o seu corpo esguio, ressaltando os seios firmes e a cintura estreita. A ausência de qualquer decote apenas aumentava o apelo sexual pois, aos olhos de Joe, era uma escolha calculada para despertar-lhe o interesse.

- Será que estou bem assim ou deveria usar algo diferente?

- Você está ótima - ele respondeu.

- É claro que está. Divirtam-se - Winnie falou com delicadeza despedindo-se. - Tome conta dela.

- Não se preocupe, cunhada.

(...)

- Por que ela é tão protetora em relação a você? - Joe perguntou a Demi tão logo haviam tomado a estrada.

- Ela pensa que você é experiente demais para mim.

- Sou mesmo, doçura?

- Provavelmente. Mas você não me assusta.

- Dê-me um pouco mais de tempo... - Joe acendeu um cigarro antes de continuar: - Você ainda não me perguntou a qual filme iremos assistir.

- É verdade. O filme é bom?

- Eu não sei. Não tenho ido muito ao cinema nestes últimos tempos. Mas se for como a maioria, a história não deverá passar de um pretexto para que todo mundo tire a roupa.

Demi riu: - Você não está me parecendo um apreciador de filmes modernos.

- Eu gostei muito dos filmes de Indiana Jones, embora tenha achado Gandhi e Nascido em
4 de Julho ainda melhores. Sexo é muito melhor feito do que assistido.

- Claro - Demi murmurou, grata que a pouca iluminação do jipe fosse capaz de esconder o seu embaraço. 

Eles seguiram em silêncio por mais alguns minutos, ouvindo apenas o barulho do vento e admirando a paisagem ao redor. Joedecidira tomar o caminho de Shoshone Canyon e atravessar o famoso túnel através da montanha. Ela se lembrava bem do que Winnie dissera sobre a área e sentia-se fascinada ao observar um trabalho perfeito de engenharia, capaz de construir um túnel tão longo rasgando a solidez da rocha.
Cody ficava imediatamente do outro lado da montanha e Joe sentia prazer em mostrar a Demi seus pontos mais interessantes. Havia o conhecido museu Buffalo Bill Cody, cercado por arenas onde os rodeios eram realizados. E também fora na pequena cidadezinha que um dos primeiros sistemas de irrigação do Oeste tornara-se realidade, num trabalho conjunto de Bill Cody e os Mórmons.

- Uau, isto aqui parece o sul do Arizona! - Demi exclamou ao deixarem a cidade e tomarem a direção norte.

- Sim, você tem razão. Mas ao atravessarmos as montanhas Pryor e nos dirigirmos a Montana, será possível notar a diferença do terreno. Wyoming é um Estado de geografia acidentada, enquanto em Montana as montanhas são mais uniformes. Eu amo os dois Estados e poderia viver feliz para sempre em Billings, mas suponho que terei de me acostumar ao Wyoming.

- Onde você nasceu?

- Em Billings, Montana - ele respondeu com aspereza. - Suponho que minha mãe e... o marido dela estivessem morando lá naquela ocasião.

Joe não mencionou que nunca, durante vários anos, fora capaz de ter nas mãos sua própria certidão de nascimento.
Mesmo quando prestara o serviço militar, fora sua mãe quem se encarregara de levar os papéis às autoridades. Por que ele nunca questionara tais procedimentos? Por que não questionara as coisas que considerara estranhas? Fora somente depois da morte de Hank Jonas que tivera nas mãos toda a papelada que por fim lhe havia revelado a verdade: a certidão de nascimento com o nome do seu pai verdadeiro e o certificado de adoção. Deus! Como pudera ter sido tão tolo e aceitado tantas mentiras com facilidade?
Demi hesitou ao perceber o quanto aquele tipo de pergunta o magoava. Entretanto, evitar o assunto servia somente para aumentar o desconforto.

- Você não gosta de falar sobre isso, não é mesmo?

- Não.

- Quando um estilhaço entra sob a nossa pele, tirá-lo de uma só vez evita uma dor maior.

- E você está sugerindo que o meu passado é uma espécie de estilhaço que precisa ser arrancado?

- De uma certa maneira, sim. Aquilo que não enfrentamos costuma atingir proporções perigosas. Imagino que tenha sido um choque descobrir quem era o seu pai verdadeiro daquela maneira abrupta. Mas sou da mesma opinião de Marie: creio que seu padrasto pretendia contar-lhe a verdade e adiou até que já era tarde demais.

Os olhos verdes de Joe pareciam fuzilar. Ele não gostava de tocar no assunto, entretanto o que Demi dizia fazia sentido. Marie e Dwight haviam tentado falar-lhe a mesma coisa por diversas vezes e foram sempre impedidos com aspereza. Ele só não entendia por que não era capaz de deter Demi com uma palavra rude. Talvez fosse porque a idéia de magoá-la o incomodasse tanto.
Ao chegarem a Billings, Joe ia apontando os lugares históricos, satisfeito com o interesse demonstrado por Demi por tudo ao seu redor.

- O aeroporto fica em Rimrocks e é naquele cemitério antigo, ao pé da colina, que está enterrado Yellowstone Kelly.

- Aposto que você seria capaz de passar um dia inteiro apenas passeando pela cidade, não é mesmo? Olhe só aquela refinaria! Deve ser muito antiga!

- Billings é grande e seus arredores foram palco de momentos históricos.

- Sim, eu sei. O campo de batalha Custer fica por aqui, certo?

- Nos arredores de Hardin. Posso levá-la até lá algum dia desses, se você quiser.

Demi sentiu o coração dar um pulo no peito. O modo com que ele falara lhe passara a impressão de que poderiam construir um relacionamento juntos, e não apenas um caso passageiro.

- Eu gostaria muito, Joe - ela falou com suavidade.

A expressão do rosto dela, a ternura que irradiava daqueles olhos castanhos estavam a ponto de fazê-lo perder o controle.

- Você não devia me olhar assim quando estou tentando dirigir.

- O que foi que você disse?

- Deixe para lá - ele respondeu, lutando contra o impulso de tomá-la nos braços. - É melhor acharmos um lugar para estacionar. A comida daqui é especial e o restaurante está sempre cheio.

Com dificuldade eles conseguiram uma vaga  e se encaminharam para o restaurante, aspirando o ar perfumado da noite cheios de satisfação.

- Essa região não se parece com o Arizona, mas os espaços são tão amplos quanto lá - Demi comentou com interesse.

- É assim, na maioria das cidades do oeste - Joe respondeu conduzindo-a ao elevador.

Eles se acomodaram diante de uma janela do segundo andar cuja vista se abria para o rio Yellowstonee, ao longe, via-se uma estrada de ferro. Demi parecia absorta na visão de um trem que passava.

- Você gosta de trens?

- Oh, sim! Quando eu era criança costumava sonhar em ganhar um trem elétrico. Mas logo me ensinaram que havia coisas mais importantes do que brinquedos.

- Como, por exemplo? - ele perguntou com delicadeza.

- Como um par de sapatos para a filha da vizinha que não possuía nenhum - Demi respondeu sorrindo. - Ou um par de óculos para uma costureira que precisava sustentar três filhos. Ou insulina para um diabético que mal podia pagar o aluguel de onde morava.

Joe ficou sem palavras por alguns instantes, pois não havia, esperado uma resposta daquele tipo.

- E quem a ensinou? Seus pais?

- Eles eram... pessoas muito especiais - Demi murmurou tentando conter a emoção que as lembranças amargas dos últimos tempos teimavam em despertar.
Ao perceber a expressão desolada de Demi, Joe tomou as mãos dela nas suas e as apertou com força:

- Você pode me falar sobre isso mais tarde.

- Tudo é muito recente ainda.

- Você os perdeu há pouco tempo?

Ela fez que sim, incapaz de confiar na própria voz.

- Então é por isso que você está aqui e que Winnie se sente quase que na obrigação de protegê-la.

Demi não  discordou  do  que  Joe estava  dizendo.  Havia  tantas  outras  coisas  a  serem  ditas... Entretanto, ainda não se sentia capaz de fazê-lo. Ela apenas segurou aquelas mãos másculas com um aperto mais forte, buscando o conforto que elas lhe ofereciam.

- Se pode ser de alguma ajuda, eu sei o que você está passando. Você vai superar a dor. Tente viver um dia depois do outro e chore o que for preciso. Não tente sufocar a tristeza ou fechar-se em si mesma.

- Olhe só quem está me dizendo para não me fechar em mim mesma - Demi falou procurando sorrir.

- OK. Você acertou - ele respondeu com ternura. - Será que é melhor voltarmos para casa? Talvez você esteja se sentindo frágil.

- Oh, não, por favor. Estou bem. É que... às vezes, quando penso neles, sinto-me muito triste. Desculpe-me, eu não pretendia estragar a sua noite.
- O que a faz pensar que você estragou qualquer coisa? Eu sei como é sentir essa mágoa sufocante. E você não tem que esconder a tristeza de mim.

- Obrigada.

- Vamos mudar de assunto? Você está com fome?

- Sim.

- Ótimo. Eu também.

Eles  fizeram  o pedido e Joe descobriu  que ambos  partilhavam  o mesmo gosto  em  comida, a preferência recaindo em carnes e legumes.

- Café é um veneno - ele observou ao notar o prazer com que Demi sorvia a bebida.

- Contanto que não me aleije - ela respondeu com um sorriso -, eu estarei OK. Mas você também gosta!

- É claro! Eu não disse que café poderia envenenar a mim. Espero que você tenha notado que eu não estou fumando.

- Seria difícil não reparar, você está ficando roxo de tanta vontade!

- Acho que sobreviverei até sairmos do restaurante.

Sorrindo, Joe pagou a conta e ambos deixaram o belo salão. Aquela havia sido uma refeição em que eles pouco falaram, porém seus olhos se procuraram o tempo todo.

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OI GENTEEEEEEEEEE! Tudo bem? EU TO APAIXONADA PELOS COMENTÁRIOS DE VCS <3333 essa história é uma delícia! Mas é pequena... Vou ver se já escolho e adapto a próxima, ok? Aí faço uma maratona p vcs sz Comentem para o próximo! Respostas aqui' Beijos, amo vcs ♥

8 comentários:

  1. CADÊ OS PEGAS? HAHAHA'
    EU QUERO ISSO LOGO, HEIN ;)
    fico soltando fogos quando vejo que vc postou capítulo O/
    está tudo perfeito, beijos e posta logo!
    TE AMO ♥

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    1. acalme-se, acalme-se asdgjhgdas
      nhaw, acontece o msm cmg qd vc posta sz
      obg! bjs e postado!
      AMO VC ♥

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  2. Quero saber o segredo dela...,... pq ela não conta logo? Tbém quero ver os pegas ..... posta logoooo!!!!!

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    1. só mais para frente... GENTE, VCS SÃO MT SAFADINHAS eu n posso falar nd, sou assim tb sz
      POSTADO ♥

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