Respostas aqui'
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Demi entrou
no quarto, suada após sua costumeira corrida matinal. A praia vazia e a brisa
marítima lhe deram uma nova perspectiva.
As coisas
enlouqueceram. Ela e Joe foram aprisionados pela magia sensual da ilha. Mas
aquele era um novo dia. Após um longo e refrescante banho, os dois tomariam o
desjejum e, juntos, pensariam em um novo plano. Aí então, tudo voltaria ao
normal.
Sentia-se
cheia de determinação, mas até entrar no quarto e ver Joe sair do banheiro,
usando apenas a parte de baixo do pijama, uma toalha presa no pescoço e, no rosto,
um sorriso sensual.
— Como foi
sua corrida? Boa? — Ele passou a mãos nos cabelos, os músculos do abdome
ondulando com o movimento.
Um lento e
metódico pulsar começou em suas entranhas, espalhando-se depois por cada
célula, deixando-a perigosamente perto de mandar a própria determinação para o
espaço.
— Foi ótima.
Vou tomar uma chuveirada e em seguida tomaremos café. — Demi devia ignorar
aquele desejo insano, por ele e tratá-lo como amigo. Por isso, cruzou o quarto
em direção ao banheiro, com ele a segui-la. — Não me ouviu dizer que queria
tomar um banho, Joe?
— Ouvi, mas
eu estava para fazer a barba. Importa-se se eu fizer isso enquanto você vai
para o chuveiro?
Havia um
desafio ali, para ver se eles eram capazes de voltar ao que eram antes.
Seu lado
sensato e racional lhe dizia não ser uma boa idéia. O competitivo desafiava-a a
enfrentar a situação.
— Tudo bem, Joe, mas me deixe entrar primeiro.
Demi girou
o registro do chuveiro e esperou que a água esquentasse. Tirou os tênis e a as
meias.
Joe pôs a
cabeça para dentro do banheiro e entrou em seguida.
— Vire-se,
para eu poder me despir.
Aquele
lugar, com o ar carregado de vapor, tornava o clima tão erótico...
Joe se
virou, O fino tecido de seu pijama delineava seu corpo com perfeição.
Demi se
despiu rápido e entrou no boxe, para baixo do jato de água morna.
— Já posso
me virar?
— Pode.
— Como está
a água?
— Deliciosa.
Demi fazia
força para se lembrar de algum fato a respeito dele que fosse revoltante,
aviltante, para compensar seu estado geral de extrema excitação. Era uma lástima,
mas não se lembrou de nenhum, só o quanto era sensual falar com as costas nuas
de Joe, enquanto a água quente escorria por seus ombros, seios, nádegas e a extensão
das pernas.
Estaria ela
destinada a passar aquelas férias inteiras molhada, ou nua, ou excitada? Aquela
altura, o melhor curso de ação era terminar com aquele banho o quanto antes.
Procurou
pelo sabonete. Maravilha! Ela, dentro do boxe; o sabonete, na pia, perto de Joe.
— Pode me
passar o sabonete, Joe?
— Claro.
Precisa de mais alguma coisa?
A sugestão,
feita naquele tom rouco de voz, a fez recordar eles dois fazendo amor na
piscina.
— Apenas o
sabonete.
Ele o passou
para ela através das portas de vidro, tomando cuidado para não olhar lá dentro.
Seus dedos se roçaram quando Demi apanhou o sabonete, e o simples contato
enrijeceu seus mamilos.
— Obrigada.
Frustração,
exasperação e mais do que um pouco de confusão se agitavam dentro dela. Sentiu
as bases de sua amizade com Joe mudarem diante de seus olhos, minadas pela
atração latejante entre eles. Mesmo naquele momento, no silêncio que se estendeu,
embora estivessem separados pelas portas de vidro, sentiam-se unidos por uma
potente linha de tensão sexual.
— Não está
funcionando, Demi.
— Não?
— Não. Você
aí dentro, nua e molhada... Eu aqui fora.
— Mas...
Joe se
virou como em câmara lenta. Demi interrompeu a sentença. Havia desejo transformando
suas feições. Através
da barreira de
vidro, seus olhos
a devoravam.
— Eu te
desejo tanto que chega a doer!
Demi abriu
a porta e puxou-o, cansada de lutar contra a correnteza. Joe entrou, de pijama
e tudo, sua boca capturando a dela, empurrando-a através do jato de água até
suas costas e nádegas encostarem a parede de mármore.
— Oh, Demi...
— Ele gemeu contra seus lábios, antes de prender seus pulsos e, com a mão
esquerda, elevá-los ao alto de sua cabeça, imobilizando-a.
Era uma
posição bastante vulnerável, que exigia um certo nível de confiança no parceiro.
A água caía sobre eles fazendo seus olhos arderem. Com a mão direita, ele pegou
o sabonete e apertou na mão até que virasse um creme.
Ofegante, Demi antecipava seu toque, até que, com muito cuidado, ele correu os dedos
lambuzados com o sabonete ao longo de seu pescoço e do colo. Em vez de satisfazê-la,
seu toque alimentou-lhe o desejo. Os mamilos endureceram e apontaram ávidos
para o jato de água, esperando por suas carícias. Com as palmas da mão ele os saciou.
Demi cerrou
as pálpebras e atirou a cabeça para trás, apoiando-a na parede, entregando-se
às sensações enlouquecedoras. Joe foi em frente com aquela doce tortura,
passando sabonete na curva suave de sua cintura e na expansão de seu ventre.
— Seu corpo
é por demais sensual...
Os dedos de Joe contornaram seu umbigo, enquanto, com a outra mão, ele mantinha-lhe os
pulsos cativos acima da cabeça.
Aquela devia
ser uma posição de escravizar, uma posição poderosa, o que tornava-se evidente
no tremor das mãos dele, na rouquidão, no fogo intenso em seus olhos verdes.
Joe correu
a mão até linha arredondada de seu quadril. Demi separou as pernas, abrindo-se
para ele que, passou a acariciar a parte interna de suas coxas.
Ela não pôde
conter o gemido que escapou de seus lábios. Se Joe movesse a mão um
pouquinho...
— Vire-se.
Quero ensaboar suas costas.
Demi o
encarou. Ele a estava matando, toque a toque.
— Mas...
— Tudo a seu
tempo. Seja paciente. Confie em mim.
— Vou
confiar.
— Seus
braços estão cansados?
— Não. Eu
gosto assim.
— Eu também.
Agora, vire-se.
Demi o
obedeceu, pressionando o rosto e o torso ensaboado contra a parede.
Mordeu o
lábio quando Joe a fez sentir o que ela fazia com ele. Massageou e acariciou a
linha de suas costas, os músculos tensos de seus ombros com toques suaves e
gentis.
Demi colou-se ao mármore escorregadio quando Joe correu a mão abaixo de sua
espinha. Ansiando pelos afagos que ele adiava de propósito, ela trouxe as
nádegas arredondadas para perto de sua mão, mantendo os pés afastados.
Estremeceu
ao primeiro toque, e seu corpo inteiro se enrijeceu. Escorregou parede abaixo,
os braços musculosos de Joe em torno dela, apoiando-a.
— Agora,
doçura, apenas relaxe.
Talvez fosse
uma depravada. Devia ser. Porque quanto melhor era o sexo, mais ela queria.
Quanto maior a satisfação, mais satisfação queria. Acabava de experimentar o
mais incrível clímax de sua vida, e já sentia a comichão do desejo tornando a despertar.
Sabia que não podia continuar com aquela situação com Joe, mas não era capaz
de se conter.
Até aquele
momento, Demi não planejava tocá-lo. Mas ele a levara ao outro lado do
paraíso, e queria satisfazê-lo com a mesma intensidade.
Foi então
que ali, no chão do boxe, ela aproximou-se dele, usando as mãos e os joelhos
para caminhar, com a água batendo em sua cabeça e em seus ombros. Com delicadeza,
acariciou-o com intimidade.
Joe abriu
os olhos e cerrou os dentes.
— Demi...
Oh, doçura...
Indo mais
para a frente, ela começou a lambê-lo, cada vez mais desinibida.
Os olhos
dele se abriram.
— Gosto de
tocá-lo, Joe, mas o que eu quero mesmo é provar você. — Com a ponta da língua
ela o percorria, centímetro a centímetro, fazendo-o arfar. — Joe agarrou-se às portas do boxe, nos
lábios um sorriso quente e sensual. — Só espero sobreviver a isso, porque você
de fato está me matando.
(...)
— A praia
está lotada — Joe comentou, à mesa onde eles jantaram na noite anterior.
Tudo aquilo
de fato aconteceu fazia apenas vinte e quatro horas? Inacreditável.
Podia ser o
tempo de uma vida inteira, tanto havia mudado entre os dois.
Martin os
serviu de café, e mais uma vez, partilharam de um grande sortimento de frutas,
pães frescos e doces.
Joe observou um barco se afastando. Fazer amor com Demi era como praticar mergulho.
Aquilo revelou lhe uma nova faceta dela, que ele não conhecia, cheia de beleza
e mística para descobrir e partilhar. Estava encantado.
Demi serviu-se de uma fatia de manga.
— Esqueça a
praia, Joe. Precisamos pensar em um plano.
Graças a
Deus ela desistira da idéia maluca daquela manhã.
Demi colocou na boca um grande pedaço de manga, e o suco da fruta escorreu por seu
queixo.
Joe o
limpou com o dedo. A textura de sua pele era firme e sedosa.
— Joe...
O calor se
acendeu entre eles, evocando lembranças daquela manhã. O banho.
O vapor. As
mãos dela. A boca. O prazer. Em seguida, o alívio.
— Sim, eu
sei. — E como ele sabia.
Tomou um
gole de café, deleitando-se com seu rico sabor.
Concentração. Joe precisava se concentrar. E não na boca carnuda e sensual.
Prometeu
ajudá-la a pensar em algo. E faria isso, quando conseguisse raciocinar com clareza.
— Como isso
foi acontecer conosco? — Demi já perguntara aquilo antes, mas a resposta dele
não a confortava.
Joe não
respondeu de imediato.
Detestava a angústia
que sentia nela.
Diferente
dele, Demi exigia saber o porquê de tudo, antes de aceitar qualquer situação.
— Não sei, Demi. Talvez tenha sido este lugar. O sol brilhante, o céu tão azul, o mar...
Aqui tudo fica mais intenso.
— Você ficou
mais intenso.
Joe sabia
disso. Sentia isso. Fazer amor com Demi despertara algo dentro dele, maior do
que satisfação. Ela estava assustada... Mas tudo aconteceu rápido demais. Sua
insistência em seguir um plano refletia muito bem a necessidade de agarrar-se a
algo familiar no meio de tantas mudanças.
— Talvez
tenha razão, Joe. Deve ser a Jamaica. — Ela fez uma pausa. — Já sei! Se
quisermos dar um fim nisso que está havendo entre nós... Bem, terá de ser como
se estivéssemos iniciando uma dieta.
— Como
assim? Não entendi.
Joe supunha
que tanta criatividade era o que a tornava tão bem-sucedida no trabalho, mas
algumas vezes seu confuso processo mental o intrigava.
— Quando
você inicia uma dieta, a última coisa que precisa é de um doce coberto de
chocolate, não é verdade? No entanto, é tudo o que você deseja: um doce bem
grande coberto de chocolate. — Ela agitou as mãos para dar mais ênfase. — Então,
nem é preciso fechar os olhos para sentir seu sabor. Uma simples mordida e o chocolate derrete em sua língua
quando você o morde, fazendo o recheio, também de chocolate, levá-lo às
alturas.
As palavras
dela e seu tom de voz rouco causaram um verdadeiro rebuliço dentro dele.
— Continuo
não entendendo aonde quer chegar, Demi.
Ela
suspirou.
— Tente me
acompanhar, Joe. Uma pessoa comeu um doce coberto de chocolate e adorou, e
agora não consegue pensar em outra coisa, no quanto foi gostoso. Mas ela sabe
que não deve tornar a comer se quiser continuar com a dieta.
— No
entanto, ela não vê a hora de fazer isso. — Justamente como foi com eles na
primeira vez.
— Isso
mesmo. Como acontece toda vez que fazemos amor.
Joe ficou
excitado só de ouvi-la dizer aquilo.
— E qual
seria a solução?
— É muito
fácil, a bem da verdade. Antes de iniciar a dieta, você deve comer toneladas de
doce, até se fartar. O primeiro é divino, o segundo mais ainda, e o terceiro,
esplêndido. O quarto, no entanto, é apenas bom. Quando for comer o décimo, já
estará enjoado, e não quererá nem ouvir falar sobre eles. Entendeu agora?
— Confesso
que você me assusta com suas lógicas absurdas.
Seu sorriso
provocante o pôs em brasa.
— Ótimo,
porque também me assusta quando resolve agir feito um macho superior.
Joe alcançou-lhe a mão, entrelaçando os dedos nos dela. Os dedos de Demi, assim como
suas gloriosas pernas,
eram longos. E calorosos.
E quando elas o
enlaçavam...
— Vejamos se
eu entendi. Você está sugerindo que nós nos empanturremos de sexo até enjoar?
— Certo.
Começando agora e até voltarmos para casa. — Os dedos dela apertaram os dele.
Seus lábios se entreabriram.
— Pena
estarmos em um lugar público, mocinha, caso contrário eu iria lhe mostrar que
gostei tanto do que planejou que resolvi implementá-lo de imediato.
— Que bom
que gostou! — As batidas do coração dela aceleraram.
— Em geral,
não sofro de comportamento obsessivo-compulsivo, mas quanto a fazer sexo com
você posso abrir uma exceção. Mas tenho uma pergunta a fazer.
— Diga.
Com ou sem a
teoria do doce de chocolate, Joe não podia imaginar-se não desejando Demi.
Sabia com certeza que quatro dias mais de intimidade com ela não seriam
suficientes. Mas não acreditava que Demi estivesse pronta para ouvir isso,
pois sempre fora uma pessoa que precisava se mover um passo de cada vez.
— Por que
está tão ansiosa para acabar com isso entre nós? Por que tem de terminar quando
partirmos? Por que não deixamos acontecer?
Ela brincou
com um pedaço de fruta.
— Porque tem
de acabar enquanto ainda somos amigos. — Fitou-o. — Ambos sabemos que não vai
durar, Joe.
— Como pode
estar tão certa?
— Porque seu
mais longo relacionamento durou apenas quatro semanas. E, pelo menos desse
modo, nenhum de nós dois sairá ferido. Afinal, nossa amizade significa tudo
para mim.
— Mas nós
podemos...
Demi ergueu
a mão, silenciando-o.
— Não. Não
diga mais nada. Eu não arriscaria nossa amizade por um mero relacionamento
físico inconsequente. E juntar-me ao harém de Joe Jonas, para mim, não é uma
opção.
Qualquer
outro homem teria ficado ofendido. Mas pelo menos agora Joe sabia em que pé
estava com ela.
Demi pendurou a tabuleta “Não perturbe” no lado de fora da porta e entrou na suíte,
fechando a porta atrás de si.
O dia deles
agora seguia um padrão. Delicioso, por sinal.
Faziam amor
pela manhã. Depois disso, antes do almoço, saíam em excursão para mergulhar
para em seguida retornar à privacidade do quarto para a siesta. À tarde, vez ou
outra, participavam de alguma atividade. Por fim o jantar, antes da longa noite
tropical.
Nos últimos
três dias, eles praticaram windsurf, foram à Prospect Plantation com sua vista
deslumbrante do White River George e, naquela manhã, escalaram a Dunn’s River
Falls, subindo pelos degraus de pedras e enfrentando a água fria da montanha
caindo em cascata.
Demi perdeu
a conta das vezes em que fizeram amor e onde, mas as férias chegavam ao fim.
Apenas mais um dia antes da partida, e pretendia aproveitar cada minuto dele.
Mais tarde pensaria sobre tudo... Só mais tarde.
Joe atravessou o aposento e aproximou-se da cama, na qual Demi sentara, com um
brilho lascivo nos olhos verdes. Escorregou as mãos sob a barra de seu vestido
e segurou-lhe as nádegas.
Demi encostou-se nele, adorando o contato.
— Quer ir ao
mercado esta tarde fazer compras? — Demi sugeriu.
— Podemos
ir. — Joe enlaçou as pernas dela com as suas, trazendo-a de encontro à sua
masculinidade potente. — Só que mais tarde... bem mais tarde.
— Eu queria
ver de encontrava...
— Ela interrompeu
o que ia dizendo, distraída, pois
ele passou a acariciar a parte interna de suas coxas.
Uma ânsia
agora tão familiar a invadiu, endurecendo seus mamilos, vibrando entre suas
pernas.
A risada
sensual de Joe reverberou contra sua pele quando ele mordiscou a base de seu
pescoço, ciente de que destruía seu autocontrole. Do mesmo modo como Demi
fazia com ele. Era uma verdade assustadora aquela.
Mesmo sem
soltá-la, Joe sentou-se na beirada. Então, fez com que Demi se ajoelhasse no
colchão, pousou as mãos em seus quadris e puxou-a para a frente, massageando lhe
as coxas com os polegares.
Demi fechou
os olhos à reação instantânea que experimentou. O tecido da saia e da calcinha
deveria diminuir a excitação,
mas, ao contrário, acrescentou mais sensualidade. Estava ofegante.
Joe a
encarou e enterrou as mãos em sua cabeleira. Embora, naquela posição, Demi
estivesse em cima dele, sentia-se submissa a seus desejos. Ele mantinha o olhar
fixo e sedutor, fascinando-a, hipnotizando-a.
Devagar e
sem deixar de observá-la, Joe se ergueu o tirou-lhe a camiseta pela cabeça.
Seus lábios
se encontraram, e suas línguas se misturaram, ávidas. Demi exalou um suspiro
deleitado quando as mãos dele alcançaram seus seios.
Joe passou
a beijar-lhe o pescoço e a nuca, com os lábios quentes e úmidos.
Beijou-lhe a
boca de novo, os dedos acariciando lhe os mamilos, enquanto a outra suportava
seu peso. Até que ele não mais se conteve.
— Por Deus, Demi, quero você agora... Preciso de você!
Demi segurou-lhe o rosto e pressionou-o contra seus seios. Joe circundou o mamilo
com a ponta da língua antes de erguer a cabeça e tornar a beijá-la.
A respiração
dela ficava cada vez mais rápida. Uma tensão sensacional a invadiu quando Joe
tirou sua saia e jogou-a para o lado. Gemeu quando ele a fez deitar-se de
costas e dobrou-lhe as pernas.
— Acho que
vou gostar muito disto... — ele disse, movendo os lábios contra a pele sedosa
de suas coxas. — E você também.
O primeiro
auge de Demi
veio logo, explodindo
dentro dela como
um terremoto, deixando-a trêmula e lânguida.
— Podemos
fazer melhor do que isso — Joe sussurrou, levando-a mais uma vez até o limite
de outra explosão lasciva. — Muito melhor.
— Venha para
mim, Joe — Demi implorou, com suavidade. — Por favor.
Ele a
encarou.
— Sim...
Também estou desesperado.
No instante
seguinte, estava dentro dela, e Demi mergulhava em ondas de ardente prazer.
— Joe... — Demi o puxou, fazendo com que ele a penetrasse de todo.
Os
movimentos rítmicos aceleraram, aquecendo mais e mais seu sangue. Demi segurava
a cabeça dele e beijava-lhe a boca, com seus corpos se movendo juntos. Seus gemidos
mesclavam-se, e suas línguas uniam-se, frenéticas.
Demi sentiu
como se o céu tivesse vindo a seu encontro, enquanto o desespero e a felicidade
explodiam dentro dela como um vulcão. Seu corpo convulsionou-se uma, duas, três
vezes, até que foi levada para o centro de um ciclone.
Cada músculo
de Joe enrijeceu, ele emitiu um grito sufocado, antes que os dois caíssem
ofegantes e exaustos.
Demi mantinha-se colada nele, os braços enlaçando-lhe a cintura, o coração disparado.
Pouco
depois, Demi observava absorta a sombra de uma palmeira que a brisa agitava. Sentia-se
igual àquela árvore:
leve, completa, satisfeita
com a própria natureza.
O ritmo
cadenciado da respiração de Joe lhe dizia que ele adormecera.
Pressionou
os lábios no braço forte que lhe servia de travesseiro.
De repente,
uma constatação assustadora a imobilizou.
Amava Joe
profundamente. Sempre o
amou, talvez desde
o dia que o conheceu.
E aquele amor trouxe alegria, conforto e profundidade a sua existência, e ela sentia
que trouxera o mesmo à vida dele.
Joe sempre
foi uma constante, em todas as férias, em todos os aniversários e em todas as
funções escolares, após seus pais terem prometido comparecer, ou vir apanhá-la
sem jamais terem se dado ao trabalho de cumprir a palavra ou de ao menos telefonar.
Mas Joe sempre estava lá. E fazia o que preciso fosse para animá-la, fazê-la
esquecer seu mais recente abandono, mesmo sendo apenas para ouvir, distrair, praguejar
ou fazê-la rir.
E agora Demi se dava conta de que o amava, e que sempre o amou. Uma dor profunda
ameaçou dilacerar seu peito. Cerrou as pálpebras, abalada com a revelação.
(...)
Havia
barracas ladeando as ruas estreitas. Uma combinação dissonante de sons enchia a
atmosfera. Alguns vendedores anunciavam suas mercadorias, em mantas estendidas
no chão.
Ziguezagueando por
entre a multidão, Joe mantinha Demi
a seu lado, conduzindo-a firme pela mão.
— Existe
alguma chance de
você e Elliott
reatarem, estando de
volta a Nashville?
Demi estacou no meio da calçada.
— Você
enlouqueceu? Claro que não!
Era uma
distinta possibilidade. Porque eles estariam retornando a seus lares no dia seguinte,
e a idéia de vê-la com outro homem o atormentava. E Elliott foi o único nome
que lhe ocorreu. Mas havia outros que gostariam de participar dos planos dela.
— Tem
certeza?
— Por que
está querendo saber? Pretende tornar a ver Kiki?
— Não é nada
disso. Só queria saber se Elliott é de fato uma carta fora do baralho. Ele não
a merece.
Era estranho
discutir outro homem com Demi e ao mesmo tempo segurar sua mão, perambulando
pelo mercado. Sem dúvida, aquela era uma conversa estranha para ter com
qualquer mulher com quem se estivesse dormindo. Mas nada era normal entre eles
dois. Aquela ânsia louca por ela, que Joe carregava consigo, não tinha nada de
comum.
Imaginar
outro homem tocando-a era intolerável. No entanto, mesmo que Joe superasse
aquilo, onde ficaria a amizade que partilhavam? Quando Demi encontrasse outro
namorado, ele poderia não ser tão tolerante com Joe. E o que aconteceria se
ela insistisse com aquele sonho de se casar e ter filhos, que era óbvio que
pretendia perseguir, com ou sem Elliott? Onde aquilo o deixaria?
Passeando
pelo mercado, entre vendedores de rua e turistas, Joe foi assaltado por uma
epifania, uma manifestação divina: ele, Joseph Jonas, de muito bom grado,
se casaria com Demi. Ela queria um marido. Joe se importava com ela. Os dois
se entendiam bem, e o sexo era perfeito. E não haveria ninguém para desaprová-lo.
Assim, pegou
o braço de Demi e praticamente a arrastou.
Ela deu
risada.
— O que é
isso, Joe? O que você está tramando?
— Nada...
Não era hora
e nem lugar para eles conversarem. Queria que o momento da proposta fosse
perfeito. Demi ficaria surpresa.
— Hum... —
Ela enlaçou-o pelo pescoço e o beijou, os lábios cheirando a menta. — Pretende
comprar muitas coisas?
— Só algumas
lembrancinhas, para meus colegas de trabalho. Também quero encontrar um chapéu
para você.
— Obrigada!
— Ei,
senhor! — Um vendedor acenou em sua direção, segurando alguns colares. — Não
quer dar uma olhada? Os meus são os mais belos colares da Jamaica. Compre um
para a sua mulher. Ela vai gostar.
Sua mulher.
Sua Demi.
Após a noite
anterior, quanto a isso não havia dúvida alguma.
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SURPRISE MÃE DA FOCA! Maratona (surpresa) para vcs! Estou mt animada com essa história e ao decorrer desses capítulos as coisas vão ~finalmente~ acontecer! É uma maratona pequena pq é para encerrar a história... mas para a próxima eu faço uma maiorzinha, ok? Comentem para o próximo! Os capítulos serão postados de 3 em 3 horas, por favor comentem, eu vou estar de olho, ok? Beijos, amo vcs!
Capítulo programado.



UHU VAI TER CASAMENTO!!!! Adorei que é maratona!!! Posta.....
ResponderExcluirsimplesmente...
ResponderExcluirURRANDOOOO!
o que é isso?
que calor...
I'm burnin' up, come put me out O/
posta logo, mulher'
TÁ PERFEITO DEMAIS ♥