~
Demi abriu
os olhos e tornou a fechá-los. As emoções causavam um verdadeiro rebuliço
dentro dela. Fazer amor com Joe lhe deu um prazer indescritível, uma sensação
de completude tão clara e pura que chegava a lhe causar melancolia.
Com uma
surpreendente clareza, ela se deu conta de que escondia sempre algo de si mesma
quando fazia amor. Uma reserva emocional. Uma parte que era só dela, e que se
recusava a partilhar. Era como se estivesse apenas participando, sem nenhum comprometimento.
Mas com Joe
foi diferente. Com ele não se tratou de uma decisão consciente, apenas
aconteceu. Demi se entregou de corpo e alma, e em retorno experimentou uma satisfação
que jamais havia encontrado.
Joe se
moveu perto dela, os dedos percorrendo a linha de seu quadril, o hálito em seu
pescoço.
— Está
dormindo, Demi?
Ela relutava
em lidar tão rápido com o lado prático daquele relacionamento.
Ciente, no
entanto, de que não podia ficar para sempre ali, repousando depois de fazer amor,
tirou as pernas de cima de Joe.
— Não. Não
estou.
Assim como Demi, Joe também parecia relutar em afastar-se. Deus, eles tinham apenas
piorado tudo!
Rolando para
o lado, Demi colocou toda a largura do colchão entre os dois e puxou a ponta
do edredom sobre si, de repente cônscia da própria nudez.
— Que coisa,
hein? — O embaraço, as conseqüências, a incerteza em como proceder a seguir
instalaram-se entre eles.
— Você
está...
— Acho que
nós...
Ambos riram,
aliviando um pouco a tensão. Mas Demi cometeu o erro de olhá-lo. Todo ele.
Esplêndido, vibrante em sua nudez. Mesmo naquele instante, ela sentiu-se
excitar em resposta àquela perfeita anatomia e proximidade.
E aquilo não
fazia parte de seu plano. Esperava que, fazendo amor apenas uma vez,
dispersaria a mística. Só que isso não aconteceu. Que desastre! Fitou-lhe o
rosto, apenas o rosto, decidida a ignorar tudo o que estivesse abaixo de seu
pescoço.
— Fale, Joe.
— Você
primeiro.
— Você. Eu
insisto.
Joe deu de
ombros.
Demi engoliu
em seco. Espantoso, sem
dúvida espantoso o
número de músculos que
esticavam-se e retesavam-se de forma tão sensual quando um homem nu dava de
ombros.
— Eu ia
perguntar se você está pronta para ir para a cama. Digo, para dormir. — Um fogo
sem chamas ardeu nas pupilas dele.
Demi cerrou
as pálpebras, imaginando-os abraçados. A idéia de se enfiar sob os lençóis com Joe não lhe parecia sensata. Balançou a cabeça.
— Acho que
não. Não estou nem um pouco cansada. Na realidade, me sinto energizada como
nunca. — Enquanto falava, ela tentava alcançar seu vestido, entre o pé da cama
e o colchão, ao mesmo tempo lutando para manter o edredom em torno de si. — Mas
durma você, se quiser... Ficarei aqui, bem quietinha, e nem notará que estou
aqui.
Joe a
fitava, os olhos verdes acariciando a curva de seus seios sob o edredom, um
sorriso predatório levantando os cantos de sua boca sensual.
— Como se
isso fosse possível...
A mão que
segurava o edredom tremeu. E seus mamilos traiçoeiros tinham de se pronunciar,
enrijecendo diante daquele olhar ardente e daquele sorriso repleto de sugestões!
O que lhe passava pela cabeça ao se colocar naquela posição com seu melhor
amigo?
Estava tudo
errado. Fizeram amor uma vez, e aquela ânsia desesperada dentro dela devia ter
acabado. Uma grande frustração a tomou ao constatar que o queria ainda mais do
que antes.
Deus, ela
estaria perdida se não colocasse um fim naquilo tudo, e já!
— Preciso de
meu vestido, Joe.
— Claro. —
Ele estendeu o braço para pegá-lo, a cabeça perto demais dos seios dela,
destruindo sua paz de espírito.
Apesar do
tamanho do leito, meros centímetros os separavam. Quando Joe olhou para sua
boca carnuda, seu lábio inferior estremeceu.
Ele lhe
passou o vestido. Demi prendeu-o sob as axilas, cobrindo a parte da frente do
corpo, afastando-se de costas para o lado.
— Vou pôr um
biquíni e sair para nadar.
E, ainda de
costas, caminhou rumo ao banheiro.
— O que está
havendo, Demi?
Seria aquela
uma nota de exasperação?
— Nada. Vou
vestir um biquíni, já disse.
— Por que
está andando de costas?
Agora ela se
sentiu a própria tola desajeitada.
— Você
sabe... Não gosto de andar por aí despida. — Enfurecida por se encontrar em tal
posição, ela quase gritou a última parte.
— Eu já a vi
sem roupa. Bem, quase sem roupa, exceto por essa calcinha minúscula, que achei
tão sexy.
Demi encontrou a maçaneta, abriu a porta e entrou no banheiro.
— Também o
vi... Despido. — Ela bateu a porta e a trancou, como medida de segurança.
Demi o
vira, sentira, ouvira, provara, cheirara, e tinha sido uma experiência incrível.
Era ali que estava o xis da questão. Decerto, tão cedo não se esqueceria de tão
grandiosa experiência.
Joe também
foi colocar sua bermuda. Nada comentou quando Demi deixou o banheiro,
atravessou o quarto e saiu. E agora ela estava lá fora, na piscina pequena e redonda,
que, pelo jeito fora designada para os prazeres do sexo, nadando tão rápido e em
voltas circulares que o deixavam zonzo.
Pegou o
balde de gelo, uma garrafa de champanhe e duas taças da suíte.
Embora
conhecesse Demi havia tantos anos, não tinha uma pista sequer do que se passava
em sua cabeça. Mas tinha toda a intenção de descobrir.
Empurrou a
porta com o ombro, e em seguida saiu para o pátio, escuro exceto pela luz do
luar. Demi parara de dar voltas, e agora flutuava de costas.
Colocou o
balde com o champanhe e as taças na borda da piscina e escorregou para dentro
da água.
— Vá embora
— Demi ordenou, sem abrir os olhos.
— Precisamos
conversar.
— Agora,
não.
— Você é
quem sabe... Posso ficar sentado aqui a noite inteira, se preciso for.
Ela pensava
que era a única envolvida ali? Pelo que entendia, ele era a outra metade da
equação.
Joe abriu
garrafa e encheu as duas taças com o líquido borbulhante.
— Nunca vi
ninguém tão teimoso quanto você.
— Pode ser.
Mas agora há um delicioso champanhe esperando por você ao alcance de sua mão,
para quando decidir que está pronta.
Demi atravessou a piscina e, lançando lhe um olhar aborrecido, aceitou a taça que
lhe era oferecida.
— Fale.
— Por que
está zangada comigo, Demi?
— Não estou
zangada.
— Então, por
que gritou comigo?
— Você
também gritou. — Ela tomou um gole.
— Essa
conversa não nos levará a nada.
— Estou
muito frustrada, Joe.
— Frustrada?
Mas eu pensei... Você pareceu ter gostado.
— Esse é o
problema. Gostei muito.
— Ah, sei...
Então ela
estava brava por ter apreciado fazer sexo com ele. De fato foi bom.
Não apenas
bom, mas incrível. Estupendo. Joe ficava excitado só de se lembrar daqueles
momentos de puro êxtase com ela.
Demi levantou
a taça em sua direção,
para que ele
tornasse a enchê-la.
Encostou a
cabeça na beirada da piscina e olhou com ar sonhador para a meia-lua no céu.
— Teria sido
constrangedor para nós dois se tivesse sido sem graça, mas em compensação
poderíamos dizer que a química não funcionou, e ponto final. — Ela fez uma
pausa apenas suficiente para tomar champanhe. — Mas não. Foi espetacular. O melhor
sexo que já experimentei desde que perdi a virgindade, e tinha de ser justo com
você.
— Queria que
tivesse sido ruim? E agora se sente frustrada porque foi bom?
A mente de
uma mulher era complicada, e de algum modo misteriosa, o que tornava ainda mais
interessante ter uma melhor amiga. Só que, parte do tempo, Demi raciocinava
feito um homem. Pelo menos era o que Joe achava. Mas os homens jamais
esperavam fazer sexo ruim, embora algumas vezes acontecesse. Apesar disso, ele
tentava com todo o empenho compreender seu ponto de vista.
— A idéia
era dormirmos juntos para acabarmos com essa loucura. Mas a coisa piorou. Como
poderei ficar perto de você, pensando no quanto foi bom? Não em um futuro
previsível, posso garantir. — Demi deu-lhe as costas, apoiando os braços cruzados
e o queixo na borda.
— Entendo
aonde você quer chegar.
Ela o olhou
por sobre o ombro.
— Entende
mesmo?
Seu aroma,
seu sabor, a sensação fantástica de tê-la abraçando-o enquanto se enterrava bem
fundo dentro dela... Fazer amor com Demi abria seu apetite.
— Eu também
não conseguirei esquecer tão já o quanto foi delicioso estar com você.
Demi desviou o olhar, um novo plano se formando em sua mente, nascido do desespero:
sexo selvagem à luz do luar e duas, talvez três, taças de champanhe para entorpecer
os sentidos.
— Aposto
que, se repetirmos, não tornará a ser tão bom — disse, e não precisou virar-se
para saber que Joe estava bem atrás dela. Sentiu sua proximidade, seu calor.
— Não acho
muito provável. — O coração de Demi batia disparado, quando deu voz àquele
absurdo:
— Se
tivéssemos coragem para tentar de novo, na certa seria terrível, um verdadeiro
desastre.
Joe aproximou-se devagar e abraçou-a por trás.
— Estou
disposto a tentar mais uma vez, se você quiser...
Demi reconheceu a excitação que tomava conta dele, assim como dela mesma.
Era como se
seu corpo tivesse despertado depois de uma longa hibernação. Ficou surpresa.
No instante
seguinte, Joe começou a beijar seu ombro. Virando seu rosto para o lado, colou
os lábios nos seus, de maneira que ela não tivesse tempo, nem chance, de dizer
qualquer coisa. Demi retribuiu sem pensar, cedendo à insistência dele.
Era como se
estivesse em transe. Joe continuou beijando e acariciando cada parte dela.
— Quer que
eu a toque? Diga, Demi, eu quero ouvir...
Aquela
rouquidão a fez delirar. Demi sentiu de encontro aos quadris a investida poderosa
de Joe. Moveu-se, por instinto, para mais perto.
— Sim,
quero...
Joe ergueu
a mão e escorregou-a para dentro do top de seu biquíni. Demi agarrou seus
antebraços, incentivando-o a ir em frente. Joe segurou seus seios com as mãos
em concha, incendiando-a.
Ela, enfim,
libertou o ardor que estivera reprimindo até então. Gemeu baixinho contorceu-se,
deleitada, quando as carícias se tornaram mais íntimas e ousadas. Era tudo tão
excitante... Muito melhor do que já imaginara e sentira. A sensação da água gelada
e do frio noturno contrastando com o fogo que Joe atiçava dentro dela era a coisa
mais sensacional da face da terra.
— Vai ser
bom outra vez, não vai? — A antecipação e o temor aumentavam sua fome
insaciável.
— Está
parecendo que sim, doçura.
O coração de Joe batia forte contra as costas dela, a respiração era quente contra sua
nuca.
Demi já
estava pronta para ele, e prestes a se desintegrar. Sussurrou por sobre o ombro:
— Agora, Joe. Eu te quero agora!
No mesmo
momento, Demi arrancou a parte de cima do biquíni, e em seguida foi a vez da
calcinha. Atirou-as longe, para fora d’água.
Joe gemeu
quando ela se inclinou, oferecendo-se para ele. O luar iluminava seu rosto, o
desejo transtornando-o. Devorava-a com os olhos, enquanto tirava a sunga.
Ansiando
para que ele a penetrasse, Demi virou-se de costas e, abrindo as pernas,
agarrou-se na beirada da piscina.
Joe segurou-a pela cintura, faminto. Sem demora, posicionou-se entre as coxas
perfeitas e a penetrou. Demi arqueou as costas, tentando diminuir ainda mais a
distância entre eles.
Na água, era
como fazer amor em câmera lenta. Ela estremecia, gloriosamente ligada em cada
nuance, o peso das tranças no pescoço. As mãos de Joe prendendo-a pelos
quadris, a compacta extensão dele toda dentro dela, a sólida parede de suas
coxas aprisionando-a por trás, enquanto sussurrava as frases de um amante em
seu ouvido.
Demi lhe
respondia, sussurrava, frases entrecortadas flutuando no ar.
Ligeiros
tremores irradiavam-se de sua coluna, crescendo em intensidade a cada
investida. Justo como antes, não houve contenção. Um turbilhão de emoções cresceu
dentro dela, junto com as sensações devastadoras.
Acompanhou os
movimentos de Joe com ardor, querendo
que aquele momento jamais
terminasse e, pouco a pouco, seguindo rápido em direção ao êxtase.
Um grito
escapou de sua garganta no instante em que Joe estremecia, ao se fundirem e se
tornarem um só.
Quando a
explosão chegou, tomou conta de ambos, sem deixar lugar para nada além da mais
pura paixão.
Joe puxou-a
com ele para a parte mais rasa e deixou-se cair sentado, com Demi no colo, os
braços em torno dela.
Exausta e
quase incoerente, Demi ali se deixou ficar, o rosto encontrando conforto nos
sólidos planos do tórax largo.
Ficaram
abraçados pelo que podiam ser horas, minutos, segundos, uma vida inteira. A
água fria os acalmou até que suas respirações e as pulsações normalizassem.
Demi sentiu
gosto de água salgada, e percebeu que era das suas próprias lágrimas
escorrendo-lhe pelas faces. Tentou contê-las, desesperada.
Joe a abraçou-a
mais forte.
— Demi, meu
bem, por que está chorando? — A mão forte em suas costas se moveu em pequenos
círculos. — Não chore, por favor... Ficará tudo bem. — Ela não podia falar, a
garganta fechada pela emoção. — Ficará tudo bem...
A luz
deixava dourados os cabelos dele, queimados pelo sol, e seu rosto refletia uma
ternura imensa. Deus, Joe lhe era tão querido! Era uma parte importante demais
de sua existência.
Um grande
pânico a assaltou. E se ela tivesse destruído isso?
— Mas e se
não ficar, Joe? E se nada entre nós voltar a ser o mesmo?
A boca
de Joe encontrou
a dela. Seus
lábios ofereciam conforto
e
reafirmação.
Ela aceitou sem resistir o que ele oferecia, seu beijo acalmando lhe o pavor.
Mesmo após ter feito menção de se afastar, os lábios dele se demoraram alguns segundos
a mais nos dela.
Demi afastou-se um pouco, apoiando as costas em seu braço.
— Em uma
escala de um a dez, que nota você daria para aquela nossa primeira vez?
— Não me
peça tal coisa, querida. Não gosto de ficar dando notas, sobretudo em se
tratando de você. — Distraído, brincava com uma de suas trancinhas, enrolando-a
entre os dedos.
— Nesse
caso, finja que não sou eu. Digo, não o “eu” com quem você fez amor, nem o “eu”
sua amiga. Finja que sou uma estranha que você pegou na praia para fazer sexo.
— Isso seria
fácil se não estivesse sentada em meu colo, e estando ambos sem roupas. Se
continuar aqui, enquanto falamos sobre sexo... — Ele se moveu contra seu quadril.
“Oh, meu
Deus...”
— Duas vezes
numa noite? Você não pode... — Demi pulou do colo de ele.
— Nossa, Demi! Quem a ouvisse falando pensaria que sou uma aberração. Se me sinto
excitado logo após ter feito amor, a culpada é você. — Sem saber se ficava
satisfeita ou morrendo de vergonha, Demi moveu-se para o mais longe possível
dele. — Está bem... Encontrei esta estranha na praia e com ela tive um dos
melhores momentos de sexo de minha vida — disse ele. — “Só um dos melhores?!” Demi se conteve para não brigar. — Costuma fazer isso com outros homens? Dá
nota para o desempenho de cada um? Porque, se for, preciso lhe dizer que não é
boa idéia. — Joe fez uma pausa. — Mas se insiste, eu direi. Em uma escala de
um a dez, naquela primeira vez eu daria nota doze.
— Claro que
não faço isso com outros namorados. No entanto, quem está aqui comigo é você.
Doze? Está bem. Também daria nota doze. Que tal sobre alguns minutos atrás?
— Não
gostará de ouvir.
— É provável
que não. Mas prossiga, por favor.
Joe respirou fundo.
— O melhor
sexo de minha vida. Pelo menos treze e meio.
— Mas que
droga! Não deveria ter sido!
— Sei disso.
E quanto a você? Que nota daria?
— Um
sólido... catorze.
Demi apoiou
a cabeça na beirada da piscina, olhando para o céu estrelado à procura de
inspiração, determinada a não entrar em pânico. A idéia de estar arriscando o
mais importante relacionamento que já teve a aterrorizava.
— Precisamos
de uma outra estratégia. Os planos A e B foram um desastre. Alguma idéia?
A noite
estava silenciosa, exceto pelo rugido das ondas do mar batendo contra os
rochedos. E, embora o firmamento estivesse lindo, repleto de estrelas, a noite
não lhe oferecia nenhuma solução. Nem Joe, que parecia ter adormecido.
— Joe? — Ele
não estava dormindo. Demi percebeu que, ao erguer o corpo, deixara os seios
para fora da água, os mamilos mal escondidos. A amante ardorosa dentro dela desejou
levantar-se por inteiro e permitir que Joe apreciasse suas curvas. A amiga quis
afundar-se na piscina. Sentou-se, quieta, incapaz de optar por nenhum dos dois.
— Joe... — Demi pigarreou. — Eu disse que precisamos de um plano.
— Outro? Que
tal deixarmos o barco correr e ver o que acontece?
— Não posso.
Você sabe que não.
— Bem, então
planejar ficará, como sempre, por sua conta.
~
Postando rapidinho para vcs... Desculpem a demora! Espero q estejam gostando! Maratona... Surpresa? Ela pode começar a qualquer momento! COMENTEM! Beijo, amo vcs!



Chamem o bombeiro..... pegando fogo aqui..... será que o medo dela vai afastar os dois? Não é possível. Posta logoooo.....
ResponderExcluiruia, haha ♥
ExcluirUia esses dois tão demais sô. Que fogo é esse. Se ela num quisé ele eu quero uai kkkkkkk postaaaaa hojeeeee
ResponderExcluireles são ozados 'aquela carinha' dsahgvfahsgd
Excluirbjss ♥
GENTE DO CEU BRUNETE
ResponderExcluirME PERDOE POR FICAR SEM COMENTAR AQUI MAS COMO VOCÊ SABE MEU PC TAVA NA ASSISTENCIA
Ta lindo, ta biuriful, ta tudo de otimo
Eu to amando essa fic
Vou casar com ela
Posta logo amorzao
Amo voce
Xoxo
EU TE ENTENDO, RELAXE MOZONA ♥
Excluirawn awn ♥
tb te amo <3
Quero um amigo desse pra mim!!! Lindo, companheiro pra todas as horas e um sexo fodádtico? O que a Demi quer mais? Se joga mulher. Kkkkkkkk vou te contar viu, se é comigo não deixo escapar não. Posta logo.
ResponderExcluirné non, quem n quer?
Excluireu tb n deixava, n deixava MESMO! haha ♥
ME JOGANDO NO TECLADO AQUI
ResponderExcluirSEM MEDO DE SER FELIZ MUDGGFGFFU'
RS oi, tudo bem?
EU NÃO ESTOU NADA BEM, SHEEZUIS!
QUE FOGO, EU TO NO CHÃO.
concordo com a colega ali de cima, o que mais ela quer? EU PRECISO DE UM AMIGO DESSES PRA ONTEM! #LeEuSafadinha' culpa no Jason Derulo, descobri Talk Dirty ❤ kkkkkk
Demi não pode deixar um homem desses escapar, mas nem que... FALTAM-ME PALAVRAS! ansiosa pra maratona dessa perfeição, espero conseguir acompanhar.
beijos e posta logo, ti amo ❤
MDS SDJDSHGA
Excluirtd sim sz
NÉ NON, vdd, culpa dele
o msm em sua história, jéss... se demi n quiser, eu quero!
maratona....................
bjs!
tb te amo, amor ♥