28.11.14

Apenas Amigos? - Capítulo 7

Respostas aqui'

 

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 Demi abriu os olhos e tornou a fechá-los. As emoções causavam um verdadeiro rebuliço dentro dela. Fazer amor com Joe lhe deu um prazer indescritível, uma sensação de completude tão clara e pura que chegava a lhe causar melancolia.
Com uma surpreendente clareza, ela se deu conta de que escondia sempre algo de si mesma quando fazia amor. Uma reserva emocional. Uma parte que era só dela, e que se recusava a partilhar. Era como se estivesse apenas participando, sem nenhum comprometimento.
Mas com Joe foi diferente. Com ele não se tratou de uma decisão consciente, apenas aconteceu. Demi se entregou de corpo e alma, e em retorno experimentou uma satisfação que jamais havia encontrado.
Joe se moveu perto dela, os dedos percorrendo a linha de seu quadril, o hálito em seu pescoço.

— Está dormindo, Demi?

Ela relutava em lidar tão rápido com o lado prático daquele relacionamento.
Ciente, no entanto, de que não podia ficar para sempre ali, repousando depois de fazer amor, tirou as pernas de cima de Joe.

— Não. Não estou.

Assim como Demi, Joe também parecia relutar em afastar-se. Deus, eles tinham apenas piorado tudo!
Rolando para o lado, Demi colocou toda a largura do colchão entre os dois e puxou a ponta do edredom sobre si, de repente cônscia da própria nudez.

— Que coisa, hein? — O embaraço, as conseqüências, a incerteza em como proceder a seguir instalaram-se entre eles.

— Você está...

— Acho que nós...

Ambos riram, aliviando um pouco a tensão. Mas Demi cometeu o erro de olhá-lo. Todo ele. Esplêndido, vibrante em sua nudez. Mesmo naquele instante, ela sentiu-se excitar em resposta àquela perfeita anatomia e proximidade.
E aquilo não fazia parte de seu plano. Esperava que, fazendo amor apenas uma vez, dispersaria a mística. Só que isso não aconteceu. Que desastre! Fitou-lhe o rosto, apenas o rosto, decidida a ignorar tudo o que estivesse abaixo de seu pescoço.

— Fale, Joe.

— Você primeiro.

— Você. Eu insisto.

Joe deu de ombros.
Demi  engoliu  em  seco.  Espantoso,  sem  dúvida  espantoso  o  número  de músculos que esticavam-se e retesavam-se de forma tão sensual quando um homem nu dava de ombros.

— Eu ia perguntar se você está pronta para ir para a cama. Digo, para dormir. — Um fogo sem chamas ardeu nas pupilas dele.

Demi cerrou as pálpebras, imaginando-os abraçados. A idéia de se enfiar sob os lençóis com Joe não lhe parecia sensata. Balançou a cabeça.

— Acho que não. Não estou nem um pouco cansada. Na realidade, me sinto energizada como nunca. — Enquanto falava, ela tentava alcançar seu vestido, entre o pé da cama e o colchão, ao mesmo tempo lutando para manter o edredom em torno de si. — Mas durma você, se quiser... Ficarei aqui, bem quietinha, e nem notará que estou aqui.

Joe a fitava, os olhos verdes acariciando a curva de seus seios sob o edredom, um sorriso predatório levantando os cantos de sua boca sensual.

— Como se isso fosse possível...

A mão que segurava o edredom tremeu. E seus mamilos traiçoeiros tinham de se pronunciar, enrijecendo diante daquele olhar ardente e daquele sorriso repleto de sugestões! O que lhe passava pela cabeça ao se colocar naquela posição com seu melhor amigo?
Estava tudo errado. Fizeram amor uma vez, e aquela ânsia desesperada dentro dela devia ter acabado. Uma grande frustração a tomou ao constatar que o queria ainda mais do que antes.
Deus, ela estaria perdida se não colocasse um fim naquilo tudo, e já!

— Preciso de meu vestido, Joe.

— Claro. — Ele estendeu o braço para pegá-lo, a cabeça perto demais dos seios dela, destruindo sua paz de espírito.

Apesar do tamanho do leito, meros centímetros os separavam. Quando Joe olhou para sua boca carnuda, seu lábio inferior estremeceu.
Ele lhe passou o vestido. Demi prendeu-o sob as axilas, cobrindo a parte da frente do corpo, afastando-se de costas para o lado.

— Vou pôr um biquíni e sair para nadar.

E, ainda de costas, caminhou rumo ao banheiro.

— O que está havendo, Demi?

Seria aquela uma nota de exasperação?

— Nada. Vou vestir um biquíni, já disse.

— Por que está andando de costas?

Agora ela se sentiu a própria tola desajeitada.

— Você sabe... Não gosto de andar por aí despida. — Enfurecida por se encontrar em tal posição, ela quase gritou a última parte.

— Eu já a vi sem roupa. Bem, quase sem roupa, exceto por essa calcinha minúscula, que achei tão sexy.

Demi encontrou a maçaneta, abriu a porta e entrou no banheiro.

— Também o vi... Despido. — Ela bateu a porta e a trancou, como medida de segurança.

Demi o vira, sentira, ouvira, provara, cheirara, e tinha sido uma experiência incrível. Era ali que estava o xis da questão. Decerto, tão cedo não se esqueceria de tão grandiosa experiência.
Joe também foi colocar sua bermuda. Nada comentou quando Demi deixou o banheiro, atravessou o quarto e saiu. E agora ela estava lá fora, na piscina pequena e redonda, que, pelo jeito fora designada para os prazeres do sexo, nadando tão rápido e em voltas circulares que o deixavam zonzo.
Pegou o balde de gelo, uma garrafa de champanhe e duas taças da suíte.  
Embora conhecesse Demi havia tantos anos, não tinha uma pista sequer do que se passava em sua cabeça. Mas tinha toda a intenção de descobrir.
Empurrou a porta com o ombro, e em seguida saiu para o pátio, escuro exceto pela luz do luar. Demi parara de dar voltas, e agora flutuava de costas.
Colocou o balde com o champanhe e as taças na borda da piscina e escorregou para dentro da água.

— Vá embora — Demi ordenou, sem abrir os olhos.

— Precisamos conversar.

— Agora, não.

— Você é quem sabe... Posso ficar sentado aqui a noite inteira, se preciso for.

Ela pensava que era a única envolvida ali? Pelo que entendia, ele era a outra metade da equação.
Joe abriu garrafa e encheu as duas taças com o líquido borbulhante.

— Nunca vi ninguém tão teimoso quanto você.

— Pode ser. Mas agora há um delicioso champanhe esperando por você ao alcance de sua mão, para quando decidir que está pronta.

Demi atravessou a piscina e, lançando lhe um olhar aborrecido, aceitou a taça que lhe era oferecida.

— Fale.

— Por que está zangada comigo, Demi?

— Não estou zangada.

— Então, por que gritou comigo?

— Você também gritou. — Ela tomou um gole.

— Essa conversa não nos levará a nada.

— Estou muito frustrada, Joe.

— Frustrada? Mas eu pensei... Você pareceu ter gostado.

— Esse é o problema. Gostei muito.

— Ah, sei...

Então ela estava brava por ter apreciado fazer sexo com ele. De fato foi bom.
Não apenas bom, mas incrível. Estupendo. Joe ficava excitado só de se lembrar daqueles momentos de puro êxtase com ela.
Demi  levantou  a  taça  em  sua  direção,  para  que  ele  tornasse  a  enchê-la.  
Encostou a cabeça na beirada da piscina e olhou com ar sonhador para a meia-lua no céu.

— Teria sido constrangedor para nós dois se tivesse sido sem graça, mas em compensação poderíamos dizer que a química não funcionou, e ponto final. — Ela fez uma pausa apenas suficiente para tomar champanhe. — Mas não. Foi espetacular. O melhor sexo que já experimentei desde que perdi a virgindade, e tinha de ser justo com você.

— Queria que tivesse sido ruim? E agora se sente frustrada porque foi bom?  

A mente de uma mulher era complicada, e de algum modo misteriosa, o que tornava ainda mais interessante ter uma melhor amiga. Só que, parte do tempo, Demi raciocinava feito um homem. Pelo menos era o que Joe achava. Mas os homens jamais esperavam fazer sexo ruim, embora algumas vezes acontecesse. Apesar disso, ele tentava com todo o empenho compreender seu ponto de vista.

— A idéia era dormirmos juntos para acabarmos com essa loucura. Mas a coisa piorou. Como poderei ficar perto de você, pensando no quanto foi bom? Não em um futuro previsível, posso garantir. — Demi deu-lhe as costas, apoiando os braços cruzados e o queixo na borda.

— Entendo aonde você quer chegar.

Ela o olhou por sobre o ombro.

— Entende mesmo?

Seu aroma, seu sabor, a sensação fantástica de tê-la abraçando-o enquanto se enterrava bem fundo dentro dela... Fazer amor com Demi abria seu apetite.

— Eu também não conseguirei esquecer tão já o quanto foi delicioso estar com você.

Demi desviou o olhar, um novo plano se formando em sua mente, nascido do desespero: sexo selvagem à luz do luar e duas, talvez três, taças de champanhe para entorpecer os sentidos.

— Aposto que, se repetirmos, não tornará a ser tão bom — disse, e não precisou virar-se para saber que Joe estava bem atrás dela. Sentiu sua proximidade, seu calor.

— Não acho muito provável. — O coração de Demi batia disparado, quando deu voz àquele absurdo:

— Se tivéssemos coragem para tentar de novo, na certa seria terrível, um verdadeiro desastre.

Joe aproximou-se devagar e abraçou-a por trás.

— Estou disposto a tentar mais uma vez, se você quiser...

Demi reconheceu a excitação que tomava conta dele, assim como dela mesma.
Era como se seu corpo tivesse despertado depois de uma longa hibernação. Ficou surpresa.
No instante seguinte, Joe começou a beijar seu ombro. Virando seu rosto para o lado, colou os lábios nos seus, de maneira que ela não tivesse tempo, nem chance, de dizer qualquer coisa. Demi retribuiu sem pensar, cedendo à insistência dele.
Era como se estivesse em transe. Joe continuou beijando e acariciando cada parte dela.

— Quer que eu a toque? Diga, Demi, eu quero ouvir...

Aquela rouquidão a fez delirar. Demi sentiu de encontro aos quadris a investida poderosa de Joe. Moveu-se, por instinto, para mais perto.

— Sim, quero...

Joe ergueu a mão e escorregou-a para dentro do top de seu biquíni. Demi agarrou seus antebraços, incentivando-o a ir em frente. Joe segurou seus seios com as mãos em concha, incendiando-a.
Ela, enfim, libertou o ardor que estivera reprimindo até então. Gemeu baixinho contorceu-se, deleitada, quando as carícias se tornaram mais íntimas e ousadas. Era tudo tão excitante... Muito melhor do que já imaginara e sentira. A sensação da água gelada e do frio noturno contrastando com o fogo que Joe atiçava dentro dela era a coisa mais sensacional da face da terra.

— Vai ser bom outra vez, não vai? — A antecipação e o temor aumentavam sua fome insaciável.

— Está parecendo que sim, doçura.

O coração de Joe batia forte contra as costas dela, a respiração era quente contra sua nuca.
Demi já estava pronta para ele, e prestes a se desintegrar. Sussurrou por sobre o ombro:

— Agora, Joe. Eu te quero agora!

No mesmo momento, Demi arrancou a parte de cima do biquíni, e em seguida foi a vez da calcinha. Atirou-as longe, para fora d’água.
Joe gemeu quando ela se inclinou, oferecendo-se para ele. O luar iluminava seu rosto, o desejo transtornando-o. Devorava-a com os olhos, enquanto tirava a sunga.
Ansiando para que ele a penetrasse, Demi virou-se de costas e, abrindo as pernas, agarrou-se na beirada da piscina.
Joe segurou-a pela cintura, faminto. Sem demora, posicionou-se entre as coxas perfeitas e a penetrou. Demi arqueou as costas, tentando diminuir ainda mais a distância entre eles.
Na água, era como fazer amor em câmera lenta. Ela estremecia, gloriosamente ligada em cada nuance, o peso das tranças no pescoço. As mãos de Joe prendendo-a pelos quadris, a compacta extensão dele toda dentro dela, a sólida parede de suas coxas aprisionando-a por trás, enquanto sussurrava as frases de um amante em seu ouvido.
Demi lhe respondia, sussurrava, frases entrecortadas flutuando no ar.
Ligeiros tremores irradiavam-se de sua coluna, crescendo em intensidade a cada investida. Justo como antes, não houve contenção. Um turbilhão de emoções cresceu dentro dela, junto com as sensações devastadoras.
Acompanhou  os  movimentos  de  Joe com  ardor,  querendo  que  aquele momento jamais terminasse e, pouco a pouco, seguindo rápido em direção ao êxtase.
Um grito escapou de sua garganta no instante em que Joe estremecia, ao se fundirem e se tornarem um só.
Quando a explosão chegou, tomou conta de ambos, sem deixar lugar para nada além da mais pura paixão.
Joe puxou-a com ele para a parte mais rasa e deixou-se cair sentado, com Demi no colo, os braços em torno dela.
Exausta e quase incoerente, Demi ali se deixou ficar, o rosto encontrando conforto nos sólidos planos do tórax largo.
Ficaram abraçados pelo que podiam ser horas, minutos, segundos, uma vida inteira. A água fria os acalmou até que suas respirações e as pulsações normalizassem.
Demi sentiu gosto de água salgada, e percebeu que era das suas próprias lágrimas escorrendo-lhe pelas faces. Tentou contê-las, desesperada.
Joe a abraçou-a mais forte.

— Demi, meu bem, por que está chorando? — A mão forte em suas costas se moveu em pequenos círculos. — Não chore, por favor... Ficará tudo bem. — Ela não podia falar, a garganta fechada pela emoção. — Ficará tudo bem...

A luz deixava dourados os cabelos dele, queimados pelo sol, e seu rosto refletia uma ternura imensa. Deus, Joe lhe era tão querido! Era uma parte importante demais de sua existência.
Um grande pânico a assaltou. E se ela tivesse destruído isso?

— Mas e se não ficar, Joe? E se nada entre nós voltar a ser o mesmo?

A  boca  de  Joe  encontrou  a  dela.  Seus  lábios  ofereciam  conforto  e

reafirmação. Ela aceitou sem resistir o que ele oferecia, seu beijo acalmando lhe o pavor. Mesmo após ter feito menção de se afastar, os lábios dele se demoraram alguns segundos a mais nos dela.
Demi afastou-se um pouco, apoiando as costas em seu braço.

— Em uma escala de um a dez, que nota você daria para aquela nossa primeira vez?

— Não me peça tal coisa, querida. Não gosto de ficar dando notas, sobretudo em se tratando de você. — Distraído, brincava com uma de suas trancinhas, enrolando-a entre os dedos.

— Nesse caso, finja que não sou eu. Digo, não o “eu” com quem você fez amor, nem o “eu” sua amiga. Finja que sou uma estranha que você pegou na praia para fazer sexo.

— Isso seria fácil se não estivesse sentada em meu colo, e estando ambos sem roupas. Se continuar aqui, enquanto falamos sobre sexo... — Ele se moveu contra seu quadril.

“Oh, meu Deus...”

— Duas vezes numa noite? Você não pode... — Demi pulou do colo de ele.

— Nossa, Demi! Quem a ouvisse falando pensaria que sou uma aberração. Se me sinto excitado logo após ter feito amor, a culpada é você. — Sem saber se ficava satisfeita ou morrendo de vergonha, Demi moveu-se para o mais longe possível dele. — Está bem... Encontrei esta estranha na praia e com ela tive um dos melhores momentos de sexo de minha vida — disse ele. — “Só um dos melhores?!” Demi se conteve para não brigar. — Costuma fazer isso com outros homens? Dá nota para o desempenho de cada um? Porque, se for, preciso lhe dizer que não é boa idéia. — Joe fez uma pausa. — Mas se insiste, eu direi. Em uma escala de um a dez, naquela primeira vez eu daria nota doze.

— Claro que não faço isso com outros namorados. No entanto, quem está aqui comigo é você. Doze? Está bem. Também daria nota doze. Que tal sobre alguns minutos atrás?

— Não gostará de ouvir.

— É provável que não. Mas prossiga, por favor.

Joe respirou fundo.

— O melhor sexo de minha vida. Pelo menos treze e meio.

— Mas que droga! Não deveria ter sido!

— Sei disso. E quanto a você? Que nota daria?

— Um sólido... catorze.

Demi apoiou a cabeça na beirada da piscina, olhando para o céu estrelado à procura de inspiração, determinada a não entrar em pânico. A idéia de estar arriscando o mais importante relacionamento que já teve a aterrorizava.

— Precisamos de uma outra estratégia. Os planos A e B foram um desastre. Alguma idéia?

A noite estava silenciosa, exceto pelo rugido das ondas do mar batendo contra os rochedos. E, embora o firmamento estivesse lindo, repleto de estrelas, a noite não lhe oferecia nenhuma solução. Nem Joe, que parecia ter adormecido.

— Joe? — Ele não estava dormindo. Demi percebeu que, ao erguer o corpo, deixara os seios para fora da água, os mamilos mal escondidos. A amante ardorosa dentro dela desejou levantar-se por inteiro e permitir que Joe apreciasse suas curvas. A amiga quis afundar-se na piscina. Sentou-se, quieta, incapaz de optar por nenhum dos dois. — Joe... — Demi pigarreou. — Eu disse que precisamos de um plano.

— Outro? Que tal deixarmos o barco correr e ver o que acontece?

— Não posso. Você sabe que não.

— Bem, então planejar ficará, como sempre, por sua conta.

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Postando rapidinho para vcs... Desculpem a demora! Espero q estejam gostando! Maratona... Surpresa? Ela pode começar a qualquer momento! COMENTEM! Beijo, amo vcs!

10 comentários:

  1. Chamem o bombeiro..... pegando fogo aqui..... será que o medo dela vai afastar os dois? Não é possível. Posta logoooo.....

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  2. Uia esses dois tão demais sô. Que fogo é esse. Se ela num quisé ele eu quero uai kkkkkkk postaaaaa hojeeeee

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    1. eles são ozados 'aquela carinha' dsahgvfahsgd
      bjss ♥

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  3. GENTE DO CEU BRUNETE
    ME PERDOE POR FICAR SEM COMENTAR AQUI MAS COMO VOCÊ SABE MEU PC TAVA NA ASSISTENCIA
    Ta lindo, ta biuriful, ta tudo de otimo
    Eu to amando essa fic
    Vou casar com ela
    Posta logo amorzao
    Amo voce
    Xoxo

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    1. EU TE ENTENDO, RELAXE MOZONA ♥
      awn awn ♥
      tb te amo <3

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  4. Quero um amigo desse pra mim!!! Lindo, companheiro pra todas as horas e um sexo fodádtico? O que a Demi quer mais? Se joga mulher. Kkkkkkkk vou te contar viu, se é comigo não deixo escapar não. Posta logo.

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    1. né non, quem n quer?
      eu tb n deixava, n deixava MESMO! haha ♥

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  5. ME JOGANDO NO TECLADO AQUI
    SEM MEDO DE SER FELIZ MUDGGFGFFU'
    RS oi, tudo bem?
    EU NÃO ESTOU NADA BEM, SHEEZUIS!
    QUE FOGO, EU TO NO CHÃO.
    concordo com a colega ali de cima, o que mais ela quer? EU PRECISO DE UM AMIGO DESSES PRA ONTEM! #LeEuSafadinha' culpa no Jason Derulo, descobri Talk Dirty ❤ kkkkkk
    Demi não pode deixar um homem desses escapar, mas nem que... FALTAM-ME PALAVRAS! ansiosa pra maratona dessa perfeição, espero conseguir acompanhar.
    beijos e posta logo, ti amo ❤

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    1. MDS SDJDSHGA
      td sim sz
      NÉ NON, vdd, culpa dele
      o msm em sua história, jéss... se demi n quiser, eu quero!
      maratona....................
      bjs!
      tb te amo, amor ♥

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