26.11.14

Apenas Amigos? - Capítulo 6

Respostas aqui'

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Demi sentou-se no barco para verificar a máscara de mergulho que iria usar. O sol aquecia seus ombros e suas costas.
A paisagem em torno deles era de tirar o fôlego. Abaixo da superfície do mar, algas e corais se agitavam na correnteza. O som do reggae fluía dos alto-falantes do barco.
Junto  dela,  Joe  tirou  a  camisa.  Demi  estava  mais  do  que  pronta  para mergulhar. Não se sentia apenas ansiosa para explorar as águas tropicais, mas também para aliviar aquela tensão que a sujeitava a Joe.
Eles sempre foram próximos, mas isso agora se tornara uma ligação profunda e primária. Demi ainda não estava certa sobre aquilo que aconteceu durante o desjejum.
O que começou como um show armado para Kiki e Elliott se transformou em uma intrigante sedução de sentidos.
Mesmo naquele momento, cada um de seus nervos respondia à proximidade dele, ao ritmo de sua respiração, a seu cheiro, ao calor de seu corpo. Com certeza, a água cálida haveria de ser benéfica para seu tormento.
A música parou de repente quando o capitão, um homem com a pele bastante bronzeada, pegou o microfone:

— Eu gostaria de dar as boas-vindas a nossos amigos forasteiros. Antes de entrarem no mar, quero que se lembrem de umas poucas regras importantes. Não toquem nos corais. São seres vivos, e acredito que ninguém aqui pretende danificar o recife. — Ele fez uma pausa para se assegurar de que todos o ouviam. — Por favor, para sua segurança, mergulhem sempre com um parceiro. E também, no interesse de todos vocês, enquanto estiverem na água, não ultrapassem as marcas cor de laranja. O recife não se estende além daquele ponto; os barcos, sim. Ser apanhado por um deles é um modo desagradável de acabar com suas férias. — Risadas sufocadas ecoaram do pequeno grupo reunido no convés. — Temos petiscos e refrescos a bordo. Cortesia do hotel. Sirvam-se, por favor. E, para terminar, há rumores de que Barba Negra afundou um galeão espanhol nestas águas. — O capitão deu de ombros. — Se encontrarem escombros dele, por favor, avisem-nos. — Mais risadas. — Estaremos por aqui durante duas horas. Divirtam-se e apreciem os belos tesouros do mar do Caribe.

— Está pronta? Seus tesouros a esperam, princesa do mar. — O sorriso fácil de Joe acompanhou a brincadeira.

— Só falta prender as nadadeiras. — Demi abaixou-se. Joe meneou cabeça, chacoalhando os cabelos clareados pelo sol e pela água salgada.

Demi se atirou no mar, e Joe seguiu logo atrás.
Ela tornou à superfície e tirou a máscara.

— Tem certeza de que deseja me seguir, marinheiro?

— Sempre.

Demi, então colocou o bocal, pegou-o pela mão e o conduziu a outro mundo.
Visto de cima, o oceano era intrigante, mas lá embaixo, o recife revelava uma maior intensidade e vibração, um panorama surreal e de beleza incomparável.
Juntos,  Demi  e  Joe  exploraram  desfiladeiros  e  cavernas  formados  por brilhantes corais. Diante deles nadavam peixes tropicais multicoloridos.
Joe dirigiu a atenção para o fundo arenoso. Uma raia, saindo de sua posição camuflada, exibindo graça e velocidade, deixou seu lugar e passou por eles.
Mesmo ali, cercados pela água, a forte consciência um do outro pulsava entre os dois.
As horas se passaram como minutos. Demi ficou atônita quando Joe mostrou-
lhe o relógio, avisando que o tempo deles estava para se esgotar.
Chegaram juntos à superfície.

— Absolutamente fantástico!

Joe deu uma risadinha, puxando-a consigo para o lado do barco.
Subiram a bordo, devolveram o equipamento e se acomodaram nos assentos almofadados, um ao lado do outro. Mergulhar nas águas azuis do Caribe foi uma experiência especial, em parte, devido à presença de Joe. Estando com Elliott, Demi não teria apreciado tanto.

— Obrigada, Joe. — Ela pegou duas toalhas da pilha fornecida pelo hotel e passou para ele uma delas. Joe enxugou os cabelos.

— Por que está me agradecendo?

— Por ter colocado nossos nomes na lista para mergulhar. Nunca vi nada tão magnífico.

Joe a encarou de uma maneira muito enigmática.

— Posso lhe assegurar que eu também nunca vi nada tão belo.

— Demi! Joe! Aqui!

Demi olhou por sobre o ombro. Kiki lhes acenava de uma das cadeiras em torno da piscina do hotel. Elliott estava com ela.
Joe se virou na direção do desagradável casal.

— Acha que eles pretendem nos convidar para outra... festa íntima?

— Em se tratando daqueles dois, é bom possível.

Demi fitou Elliott, e nada. Nem sequer um leve tremor. Nada de joelhos moles e desejo febril. Por outro lado, como algum tipo de piada, Joe despertava tudo aquilo nela, e muito mais.

— Ei, pessoal, só queríamos nos certificar se estamos perdoados por ontem! — disse Kiki.

Demi passou o braço pela cintura de Joe.

— Você só pode estar brincando... Estávamos até pensando em lhes enviar uma garrafa de champanhe em agradecimento!

Elliott pareceu ter se ofendido.

— Não precisa exagerar, Demi.

— Eu e Joe estamos radiantes por termos encontrado um ao outro. E isso foi graças a vocês. E pensar que durante todo esse tempo... — Demi suspirou e fez um afago no rosto de Joe.

— Estiveram na praia esta manhã? — Kiki quis saber.

— Não. Só à tarde. Passamos a manhã mergulhando. Foi incrível. Vocês deviam experimentar.

Elliott balançou a cabeça.

— Não podemos. Iremos com um grupo a uma ilha de nudismo. Mas imagino que isso não interesse a vocês.

— Sério? Pode ser que nos encontremos por lá. — Demi sorria.

— A não ser que surja um programa mais interessante — corrigiu Joe. — Até mais. Nós nos veremos por aí.

Joe afastou Demi dali em tempo recorde, quase arrastando-a. Em vez do restaurante, levou-a de volta à suíte.

— O restaurante não é por aqui, Joe.

— Sei disso. — Ele adentrou o quarto em silêncio, mas explodiu quando fechou a porta atrás deles: — Saiba que não pretendo ir à tal ilha de nudismo! Se você faz questão de ir, vá sozinha!

Sua veemência a surpreendeu. Joe jamais perdia o controle.

— O que há com você? Que mal há em ir até lá? Haverá apenas um grupo de estrangeiros.

— Torno a lhe pedir, Demi... Vamos esquecer aqueles dois.

— Não. Não quero esquecer. — Estreitou os olhos quando uma idéia medonha lhe ocorreu. — Acho que você não quer ver Kiki nua, já que não pode ficar com ela. É isso?

Joe avançou, seu bom-humor sendo substituído por uma fúria que a espantou.

— Pela última vez, Demi: esqueça.

— Não posso. — Joe chegou mais perto e parou diante dela, os punhos cerrados. Demi se recusava a ceder. — Vamos conversar, está bem?

— Conversar? Quer conversar? Por Deus, Demi! Esse é o problema. Não posso conversar com você. Eu a desejo tanto que às vezes penso que vou enlouquecer, e não responderei por mim se tiver de vê-la nua naquela ilha!

Então, de repente e como um raio, ele a abraçou.

— O que está fazendo?!

— Cale-se.

— Joe...

Ele se manteve quieto por um longo instante, mas não havia tensão no silêncio. Por fim, curvou a cabeça e roçou os lábios na base do pescoço dela.
Demi jamais sentiu algo tão delicioso, tanto que ficou de pernas bambas. Era bom estar apoiada contra a parede, pois, caso contrário, teria derretido no assoalho. O coração batia tão forte que retirava o ar de seus pulmões.
Não havia a mínima tentativa de domínio ou de aplicação de força. Joe a acariciava com a mesma delicadeza com que brincava com uma haste de taça de cristal, algo que despertava seu fascínio pelos dedos dele.
Como seria senti-los à volta dos seios?, ela passara a imaginar. A idéia a fez respirar fundo. Os lábios de Joe hesitaram, e ela sussurrou:

— Por favor...

Ele avaliou o sentido do pedido e o interpretou como sendo vontade de que os beijos continuassem. A carícia tornou-se mais lenta quando alcançou o latejar de uma veia sob seu queixo. Demi percebeu que Joe passava a língua sobre o ritmo flutuante. Sentia o calor e a umidade. Jamais imaginaria algo tão sensual.
Joe afastou-se por um instante e ergueu lhe o rosto. Ela abriu os olhos. O verde das íris dele estava límpido, brilhante. A boca não sorria, exibia uma linha severa.
Demi queria os lábios dele nos seus. Sem perceber, umedeceu-os com a ponta da língua. Ele seguiu o movimento e cerrou as pálpebras para esconder a chama da paixão. Mas aceitou o oferecimento. Baixou a cabeça e a beijou profundamente.
Suas respirações se misturaram. Demi viu-se à deriva. Uma paixão louca a puxava para aquela correnteza traiçoeira e perigosa. Pouco a pouco conseguiu emergir, procurando por ar.

—Você tem razão, Joe. Não devemos ir àquela ilha amanhã... — Joe deixou cair as mãos aos lados do corpo. — Creio que eu devia dizer que sinto muito... Mas não direi, porque estive o dia todo desejando fazer isto.

— A culpa é toda minha. Dei início a essa história quando encontramos aqueles dois.

— Não. Talvez Martin tenha razão. Há algo de mágico nesta ilha.

A  situação  era  meio  constrangedora,  mas  pelo  menos  eles  estavam esclarecendo os fatos. Não querendo deixar nenhuma mentira ou omissão pendente entre os dois, Demi se viu na obrigação de confessar, e para isso precisaria de toda a coragem. Mas confessar fazia um bem imenso à alma.

— Quero dizer-lhe algo, Joe.

— Acha que preciso me sentar?

— Só se estiver cansado. — Ela andou até outro lado da suíte.

— Eu estava acordada quando você despertou, esta manhã.

Joe respirou fundo, o único som que se ouviu no aposento, além do zunido do ar-condicionado.

— Fazia muito tempo?

O modo como ele pegou seu seio, tocou seus mamilos, sua excitação contra suas nádegas... o quanto daquilo tudo ela sentiu?
Demi não era de mentir, a si mesma ou aos demais. No entanto, enfrentar Joe com aquela realidade foi uma das coisas mais difíceis que ela já precisou fazer.

— O suficiente. Sei que isso ficará para sempre entre nós, mas eu sabia muito bem o que estava acontecendo. Permiti que você me tocasse, porque queria isso.

— Eu também não estava dormindo, e lamento muito. Não existe desculpa para meu comportamento, mas só o que posso fazer agora é ser sincero. Jamais desejei uma mulher como a desejo.

Demi percorreu o espaço que os separava.

— O que houve conosco, Joe?

— Nem imagino. Só tenho consciência de que a quero mais do que qualquer coisa no mundo. — Então, traçou a linha das faces dela com a ponta do dedo. Demi estremeceu. — Sei também que não acordei e de repente decidi complicar minha vida desejando-a a ponto de enlouquecer, Demi. Mas foi isso o que fiz.

Ela tomou-lhe a mão.

— Isso é loucura. Elliott foi só... Elliott. Mas você é meu melhor amigo, de quem sou mais próxima do que a qualquer outra pessoa. É meu confidente, me conhece e me aceita como sou... Não posso arruinar isso.

— Você me quer? Não minta pra mim, nem para si mesma. Diga: me quer, Demi?

Joe sabia a resposta, mas precisava se certificar de que ela também sabia. Estava estampada nos olhos dela, junto com o pânico. Ele entendia como Demi se sentia a respeito de mudanças, e uma de tal magnitude, óbvio, a enchia de pavor. Até mesmo Joe estava perturbado. Mas Demi não podia fugir disso.

— Sabe que sim.

— Você é uma das pessoas mais importantes de minha vida, Demi, e também não pretendo perder sua amizade. Contudo, fingir que não a quero é pedir demais. Essa ânsia absurda que nos consome não passará se resolvermos ignorá-la.

Demi estudou seu semblante por minutos, digerindo aquilo que ouviu.

— Tocá-lo era tudo em que eu pensava na praia, esta tarde. E ser tocada por você. — As palavras dela o incendiaram. — Se não tomarmos nenhuma atitude, essa mística, a tentação, a fantasia irão sempre nos atormentar.

De repente, a expressão de Demi se modificou. Joe conhecia aquele olhar. Ela planejava algo.
Ousada, Demi começou a soltar os botões da camisa dele.

— Quer saber o que eu acho? Que você tem razão. Não existe volta. A única maneira de lidar com isso é saciar essa sede... — Abriu mais um botão. Em seguida, mais três botões. — Você acertou quando disse que não podemos tão-só ignorar essa sensualidade entre nós.

Joe prendeu o fôlego quando ela correu as costas das mãos por seu abdome. Seu corpo inteiro vibrou.

— Eu falei isso, é?

Ela parou.

— Não falou?

— Isso significa que precisamos fazer amor?

Os dedos dela alcançaram seu cinto.

— Acho que sim.

Joe recostou-se na parede, puxando-a consigo.

— Então, foi isso mesmo o que eu disse.

Demi não resistiu, entregando-se à boca que se apossava da sua com uma avidez que beirava à sandice.
Não havia necessidade de controlar a ansiedade ou disfarçar o ardor. Naquele instante não havia planos a seguir, passos a dar ou jogos tolos de sedução a tentar, pois agarrava-se a Joe com igual desespero.
Deixando escapar um gemido rouco, Joe deslizou a língua para dentro da boca carnuda. Sem demora, Demi correspondia à carícia, querendo tomar parte ativa em cada momento.
Pelos céus, aquela mulher era diferente de todas! Era sua Demi! Apertando-a com lascívia, Joe a obrigou sentir a extensão de seu desejo.
Joe não se lembrava de ter experimentado por nenhuma outra uma paixão tão poderosa quanto a que experimentava por ela. E nenhuma mulher jamais parecera tão adequada para seus braços.
Aquele corpo esbelto era tão sensível a seus afagos, a pele, tão macia e tentadora, os seios, tão perfeitos nas mãos dele. E aquelas mãos fortes e obsequiosas conduziam-no ao paraíso, quando usadas para afagá-lo.
Demi sonhara, mas jamais acreditou que um dia viria a sentir aquele turbilhão de emoções. Estava nos braços de Joe, que a beijava e murmurava seu nome.
Naquela noite, fosse qual fosse o resultado, mostraria a Joe Jonas o quanto o queria.
Colocando-a de costas contra a parede, Joe beijou-a com sofreguidão. Demi retribuiu com igual ardor, entregando-se à volúpia. Ele então pegou-a no colo e carregou-a até o quarto.
Demi nada dizia. Não existiam palavras capazes de expressar o que lhe ia no íntimo, fazendo-a delirar. Sabia que o queria, e era Joe. Sem deixar de fitá-lo, começou a se despir.
O desejo mútuo era o único mestre ali. Em questão de segundos, estavam na cama, as roupas espalhadas pelo chão. Nus e desinibidos, tinham consciência apenas um do outro e do desejo, que já não podia ser negada.
Enquanto se exploravam, Demi se deu conta de que nunca se sentira daquele jeito. Era como se seu corpo fosse argila nas mãos de Joe, sendo moldado de acordo com as necessidades dele.
E não eram apenas as mãos, mas os lábios, a língua... tudo nele a fazia sentir um prazer assustador em sua intensidade.
E quando Joe pressionou um joelho entre as suas pernas, Demi abriu-se como uma flor buscando o sol. Agarrando-o pelos ombros, beijou-o sem reservas.
Joe penetrou-a com uma única investida. Demi enlaçou as pernas ao redor da cintura dele, querendo sentir cada centímetro da pele nua de encontro a si.
Num  movimento  instintivo,  carregado  de  uma  sensualidade  animal,  ela começou a mover os quadris. Transtornado, Joe sentia-se como um rapazinho virgem, apreciando, pela primeira vez, as delícias do corpo de uma mulher. Jamais vivenciara algo semelhante antes, jamais se sentira tão livre para soltar as rédeas da paixão e do desejo.
Juntos  alcançaram o clímax, e  era  como se estivessem  no meio  de uma explosão de estrelas.
Ofegante, exausto, saciado, Joe se virou de costas e trouxe Demi consigo, não querendo romper o elo que os unia. Aquele era um momento de grande emoção, e aquela mulher, sua melhor amiga, era a responsável. Não importava quantas vezes repetisse aquele ato, pois a alegria, o prazer... A ternura que sentia por ela jamais iria diminuir.

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Olá! Desculpem-me pela demora, eu n estava conseguindo acessar minha conta onde deixo as adaptações hospedadas :c Consegui só agr... A maratona, bem, vou deixar para amanhã, ok? N vou a aula e saiopela manhã, porém vou deixar os capítulos programados! Comentem, por favor... Beijos, amo vcs ♥
Bruna.

12 comentários:

  1. A ESTRELA EXPLODIU AQUI,
    AI PORRA!
    oi, amor.
    td bem com você?
    eu, bem.... eu estou ótima!
    acho que posso dizer que cheguei na melhor parte *-* já levei tiro, porrada e bomba aqui... senhor'
    só posso dizer que estou amando tudo e você não tem noção de como eu estou surtando! #UrrandoAqui' :)
    finalmente consegui ler tudo, tudinho.
    espero que poste logo,
    pq estou ansiosa!
    bjos, te amo.

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    1. EITA POXA
      oi bbê
      td sim...
      rerere pode sim
      postado!
      bjs, tb te amo ♥

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  2. Que lindos!!!! É muito amor!!!! Continuaaaa......

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  3. Cadê vc mulher....postaaaaa. Cadê a maratonaaaaaa........

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    1. menina, n to conseguindo tempo... vou ver se amanhã faço, ok? haha ♥

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  4. MAS QUE PORRA EU TO CAIDA NO CHÃO DE CERÂMICA GEMENDO NÃO PARE de postar essa fic sdjkfghxvc
    CARA, 3 CAPITULOS!!!! 3 CAPITULOS EU LI DE UMA VEZ, SABE COMO EU TO? DEVASTADA! ESSE ABSURDO DE COISAS ACONTECENDO SAKJFHFYRSUIHCV EU NAO AGUENTO
    ESSE QUASE HOT AÍ EU TO MORTA MEU DEUS
    POSTA LOGO POR FAVOR
    BEIJOS

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    1. AI SUH, EU TO JOGADA
      n vou parar
      sim, é assim q vc fica msm, é q vc ainda n leu até o fim!
      KDSHGSADFDSA
      É CHEIA DE HOT SÁ HISTÓRIA, TO ATÉ COM VERGONHA
      POSTADO
      BJS NO CORE

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  5. Eu quero saber o que vai acontecer...vc está me torturando. Cadê a maratona? Eles vão se acertar de vez? Posta por favor...
    Carla

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  6. COMENTANDO AQUI DO CÉU COM ESSE WIFI MARAVILHOSO PÓS MORTE DA LEITORA, dei meu jeito de consegui o celular para ler e estou chocada é isso mesmo produção? Quero saber o que irá acontecer com eles de agora a diante, vou surtar!!!!!!
    Sam, xx

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    1. AI MDS DSGSDGHAFD awn
      VISH, AGR COMEÇA A PARTE Q TD MUNDO GOSTA RERERERE
      bjs ♥

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