
x-x
A partir
daquela noite a vida do casal transformou-se num inferno. Não sabendo como
contornar a situação sem confessar o que acontecera entre ela e Zac, Demi sentia-se perdida. Joe mal conversava e nunca mais fizeram amor. As crianças,
afetadas também pela
desestruturação do casamento, estavam impossíveis. Demi afirmava que a agitação devia-se à chegada das festas, mas, no fundo, sabia que
a culpa era sua e de Joe. Um dia, na semana anterior ao Natal, acordou
doente. Passou o dia enjoada e atordoada, com a cabeça explodindo. A noite, em
meio a algazarra da crianças, ouviu Joe entrar e ficou feliz por passar-lhe
a responsabilidade e atirar-se na cama.
—Por que não
me telefonou? — ele perguntou, enquanto ela subia para o quarto. —Eu teria
vindo na hora se me avisasse que não se sentia bem. Demi murmurou qualquer
resposta e foi para a cama. Nem ao menos pensara em chamá-lo. Em sete anos de
casamento, jamais ligara para seu escritório. Ele ligava com frequência para saber
como estavam, mas Demi nunca quis incomodá-lo. Mais uma vez, percebeu a
barreira entre marido e pai e o homem de negócios, e não lembrou ao menos um
dia que Joe a tivesse cruzado voluntariamente.
No escuro do
quarto, notou que ele acalmara as crianças. A casa estava silenciosa, sem um
ruído que perturbasse seu repouso.
Acordou no
dia seguinte com Joe a seu lado, segurando uma xícara fumegante.
—Achei que
poderia fazer bem... Como está se sentindo hoje?
—Melhor —
ela disse, erguendo o corpo com cuidado. Afastou o cabelo do rosto pálido antes
de pegar a xícara e murmurou: —Obrigada.
—Posso tirar
o dia de folga e trabalhar aqui de casa se você quiser...
—Não é
necessário. Estou um pouco fraca, mas dou conta da casa. — Joe parecia relutante em continuar.
—Sabe... Acho
que é melhor não ir ao curso esta noite, pelo menos até melhorar...
—Planejamos
uma festa de Natal esta noite — ela informou da maneira mais natural possível.
—Depois da
aula, Zac vai nos levar ao clube e não quero perder a comemoração.
Conseguiu
desafiá-lo mais uma vez e notou o esforço que Joe fez para se acalmar. Por fim, ele falou.
—Vamos ver
como se sente mais tarde. — Subitamente, Demi quis que ele ficasse por perto.
Inventou logo um assunto.
—Meus pais
vêm para o Natal, como sempre, mas temos um problema este ano. Eles sempre
ficavam no quarto de Michael, não sei como vamos fazer agora.
—O que quer
que eu faça? Perdi a conta das vezes que sugeri mudarmos para uma casa maior e
você nem quis discutir o assunto. Agora quem tem de resolver o assunto é você.
Eu não tenho nada a ver com isso.
Demi olhou
desapontada enquanto ele saía do quarto. Mesmo sem vontade e indisposta, ela
foi para o curso. Estava tão brava com Joe, que não quis lhe dar a satisfação de ficar em casa.
Não aproveitou
a noite. O
estômago ainda incomodava
e a cabeça concentrava-se em milhões de providências
para tomar na casa. Sentia-se cansada e tensa e, para completar, Zac passou a
aula inteira encarando-a de modo perturbador. Desde a primeira noite em que se
encontraram, ele só a via com roupa esportiva. Para a comemoração da turma,
usou um vestido preto, justo e curto, provocando comentários
dos amigos brincalhões.
Zac ficou mais
elegante vestido com um terno escuro e uma bela gravata de seda. Seus
olhares eram provocantes, como se lembrassem do beijo no carro. Demi só
queria esquecer, o que não era difícil. O pior era a culpa que sentia, não o
beijo. Depois da aula, foram à discoteca do clube. Ficaram no mezanino de onde
se via toda a pista de dança. A música alta impedia a conversa, mas Demi teria adorado a noitada em outra ocasião. Há tempos Joe só a levava a
lugares calmos, com música suave, e ela gostava de danceterias. Seu estado
físico não contribuiu
para que aproveitasse.
O enjoo continuava e a música
feria seus ouvidos. Zac encostou a cadeira bem perto e monopolizou sua atenção.
Com o som alto, ela inclinava-se para ouvir o que ele dizia, ficando com o
corpo muito perto dele. Ele começou a tocá-la esporadicamente. Nada muito
acintoso. Um toque no braço, no cabelo. Sem saber como livrar-se da situação,
aceitou a sugestão para dançar. Pelo
menos a música
era rápida o
suficiente para ficarem separados.
Desceram e,
na pista, ele tomou-a nos braços. —Não, Zac!
—Que tolice
Demi, é apenas uma dança. Ambos sabiam que não era e, se não colocasse um
ponto final nas pretensões dele, seria mesmo culpada de trair Joe.
—Não! — ela
repetiu firme. Foi loucura ter continuado o curso depois do beijo. Desde o dia
da palestra, soube que ele a queria. E Demi só queria Joe. Ela o amava
tanto e estava tão ferida, que sentiu vontade de chorar. Zac a seguiu quando se
dirigiu ao hall de entrada. Foi até os telefones e ligou para vários pontos de
táxi, sem conseguir nenhum. Desesperada, ligou para casa e sentiu um nó no
estômago ao ouvir a voz impaciente de Joe. —Sou eu — ela murmurou. Houve uma
longa pausa até Joe resolver falar.
—Qual é o
problema?
—Não posso
ir para casa, não consigo achar um táxi nos pontos... O que devo fazer?
Simples assim.
Voltou a fazer
o papel da
antiga Demi. Qualquer problema, fale com Joe; ele tem a
solução. Depois de um silêncio demorado, ele finalmente disse:
—O seu Romeu
não pode lhe dar uma carona?
—Ele não é
meu Romeu e... De qualquer modo, eu... —mudou as palavras para que Joe não
soubesse que queria evitar Zac. —Não posso pedir que deixe uma festa tão animada só porque cansei. Será que pode vir me pegar, Joe?
—E as
crianças? Quer que fiquem aqui sozinhas enquanto vou te buscar? — ele perguntou
com sarcasmo.
—Oh! —
Sentiu-se tola outra vez. Nem pensara no problema, apenas o jogara nas mãos de
quem sempre resolvia tudo.
—Tudo bem,
peço para Zac me levar.
—Espere,
ligarei para minha mãe vir para casa e vou te buscar. Ela já deve estar
dormindo, o que sem dúvida vai deixá-la chateada, mas...
—Não! Não
quero dar tanto trabalho. Pode deixar que Zac me leva com prazer. — Ela bateu o
telefone antes que Joe pudesse responder.
—Não teve
sorte? — Zac estava perto, olhando-a curioso.
Demi não
sabia se ele ouvira a conversa e também não se importava.
—Não. —Vou
chamar novamente um dos pontos e entrar na fila
de espera.
—Eu te levo
— ele ofereceu. Apesar de não querer a companhia dele, também não queria ficar
no clube mais uma hora, que era o tempo de espera para os táxis. Zac tomou a
decisão, segurando-a pelo pulso. —Vamos lá, Demi, vou levar você. Abatida
pelo stress emocional que já durava meses, ela não resistiu. Pegaram os casacos
e foram para o estacionamento. O carro deslizava pela pista coberta de gelo.
—Por que
ainda está com aquele egoísta? — ele perguntou de chofre.
—E vocês
homens não são todos iguais? — Demi provocou.
—Não como Joe. Ainda me custa a acreditar que é casado com você! Ele combina mais com
uma Lydia Marsden qualquer.
Mesmo sem
saber como era Lydia para poder julgar, Demi reconheceu a verdade com um
suspiro de tristeza. O fantasma dela entrava em seu quarto todas as noites, e
já era difícil de lidar, não queria ver nunca o rosto da mulher.
—E Mandy
Saies também — ele continuou. — Foi uma revelação e tanto naquele encontro que
tiveram na boate do clube.
—Você ouviu
o que ela disse?
—Querida,
metade da boate ouviu, e ficamos todos chocados ao saber que o jovem e bem-sucedido
empresário tinha uma esposa e três filhos. Aposto que Lydia ficou abalada ao
descobrir. Ela estava a fim de se casar com Joe. Ninguém faria par mais perfeito para uma advogada em ascensão como ela. — Então Lydia
era uma advogada
e não a secretária de Joe como presumira. A novidade surpreendeu-a. Uma coisa era imaginar uma
simples secretária como rival, mas competir com uma advogada? Como se estivesse
pensando sobre o mesmo assunto, Zac perguntou, curioso: —Se está casada há sete
anos, quer dizer que conheceu Joe antes do sucesso meteórico que alcançou. E
no que se transformou, Demi? Numa parasita sem vida própria? — O insulto era
merecido, mas doeu em seu coração, pois tocou direto na verdade que começava a
compreender.
—É melhor
parar o carro. Vou descer antes que diga alguma coisa que me faça perder a
cabeça — ela falou, ríspida. Para sua consternação, foi o que ele fez.
Estacionou no meio-fio e virou-se para ela com expressão irritada.
—E o que me
diz do jogo que tem feito comigo nessas últimas semanas? Meu Deus, nunca tive a
menor chance com você, não é?
—Não — ela
respondeu com honestidade.
—Que droga,
por que não me impediu de chegarmos a esse ponto?
—Que ponto?
Não houve nada entre nós além de um simples beijo numa noite chuvosa!
—O que
estava havendo entre nós era muito mais que um simples beijo, e você sabe muito
bem! Mas, para você, era apenas um jogo. Percebeu meu interesse e resolveu se
divertir por um tempo. Por quê? Seu ego estava muito em baixa? — Demi tentou
abrir o cinto de segurança e sair depressa. Zac apertou seu braço, impedindo-a.
—Ah, não! Não pense que vai escapar assim tão fácil. — Beijou-a com violência.
Assim que se viu livre, ela saiu do carro e bateu a porta com força. Zac saiu
cantando os pneus, deixando-a imóvel na calçada gelada. Demi levou a mão ao
lábio inferior, cortado pela brutalidade do beijo. Ao inferno com ele! Queria
apenas voltar para sua vida de conto de fadas sem acontecimentos desagradáveis.
Odiava todos eles: Mandy por ter contado, Joe por ter traído, Lydia por ter
seduzido e principalmente a si mesma, por ter sido ingênua. Como já estava
perto, resolveu ir andando. Chegou em casa sentindo agulhadas de frio e dor nos
pés. Assim que entrou, tirou os sapatos de salto alto, grata pelo calor e
conforto. Já era uma hora da manhã. Entrou no quarto e nem se importou em
procurar Joe. Estava deprimida o suficiente para evitar começar uma nova discussão e ele também nem se preocupara em ir a seu encontro quando chegou.
Mas Demi errou em seu julgamento de que Joe iria ignorá-la. Vestia a
camisola quando ele entrou no quarto com os sapatos de salto alto pendurados
nos dedos.
—Você
esqueceu de trazer — ele disse, e soltou os sapatos no chão.
—Não
esqueci! Apenas ficaram no mesmo lugar onde foram tirados. Ela sentou-se na
beirada da cama para massagear os pés doloridos, a cabeça baixa e o cabelo
cobrindo seu rosto.
—Ele não
trouxe você até a porta de casa. — Fora espionada por trás das cortinas mais
uma vez?
—E quem
disse que ele me trouxe, afinal?
—Não daria
tempo de andar todo o caminho. Tiveram uma discussão amorosa? — Joe começou
a perder o controle.
—Pode ter
sido —Demi falou a caminho do banheiro. Ele que pensasse o que quisesse, não
se importava com mais nada! Dominado pela fúria, agarrou-a pelo ombro e virou-a
de frente.
—E qual foi
o assunto da discussão? Você não quis ir ao apartamento dele? O que houve
Demi, não estava disposta?
Tudo que ela
conseguia sentir era angústia e amargura contra os homens em geral.
—Quem disse
que não estive lá até agora? Eu poderia ter ligado de qualquer lugar, como é
que você saberia?
O rosto dele
ficou lívido e as mãos apertaram-na com força. Seus olhos percorreram Demi como se procurassem uma prova do que ela sugeria.
—Ele feriu
seu lábio!
—E você está
machucando meus braços! — ela gritou, sem conseguir se desvencilhar.
—Demi,
como teve coragem de fazer isto? — Finalmente, depois de meses, as emoções de
ambos explodiram.
—Quer mesmo
saber? Então vamos trocar. Você me conta como foi com Lydia e eu conto como foi
com Zac!
—Meu Deus!
Pare com isso!
— Ele fechou
os olhos e seu rosto transformou-se com a dor.
—Eu te
desprezo, sabia? — ela murmurou com amargura e entrou no banheiro. Saiu mais
calma, e viu Joe sentado na beirada da cama, com a cabeça enterrada nas
mãos. Uma visão triste como tudo que acontecia nos últimos meses. Não se
lembrava de um dia alegre, cheio de risos dentro de casa. —Quero me deitar — ela
disse, recusando-se a sentir pena. Joe não se moveu. Depois de um longo
minuto, porque ele estava magoado e ela o amava tanto, Demi deu um gemido e
ajoelhou-se na frente dele. —Quer mesmo saber o que aconteceu esta noite? Zac
quis ficar comigo e eu o rejeitei, em troca, ele me atormentou falando de
Lydia. Lydia — ela repetiu,
arrasada. — A famosa
advogada que combina
mais com Joseph Jonas do que a patética Demi !
—Isto não é
verdade — ele murmurou, tenso.
—Não? — Os
olhos dela ficaram marejados. — Pois eu acho que é. Você deslanchou e tomou um
caminho, Joe, enquanto eu fiquei para trás. Estamos nos distanciando, e por isso acredito que as Lydias da vida combinam com você muito mais do que eu! — Para
sua surpresa, ele riu, sacudindo a cabeça como se não acreditasse no que dissera.
—Parece que
eu quero combinar com outra pessoa? Minhas malas estão prontas? Demi, por
pior que seja meu erro, não quero sair de casa, não quero deixar você!
—Lydia — ela
sussurrou — ela é...
—Ao inferno
com Lydia! O problema não é ela. É um assunto entre nós dois saber se ainda
podemos ficar juntos.
— Eu sei que
só está comigo porque tem a consciência culpada, Joe.
—Com
certeza, tenho — ele disse, com amargura. —Mas não pense que sou alguma espécie
de mártir para viver sofrendo. Se eu não achasse que nosso casamento vale a
pena, já teria ido embora há muito tempo: Pode estar certa! Se quer saber por
que ainda estou aqui... — Joe segurou o rosto de Demi e beijou-a com
paixão, depois continuou com a voz embargada. —Eu te quero. Para mim, estar com
você nunca é o suficiente. Mesmo depois de sete anos, meu corpo enrijece de
desejo só de olhar para você. Meu Deus, eu nem mesmo consigo me controlar, faço
amor sabendo que não te satisfaço mais! — Ele sacudiu a cabeça desgostoso e
continuou: —Mas por que você não me mandou embora, Demi? Eu te magoei, destruí
sua confiança na vida, por que ainda está comigo?
—Eu... —
Não, a resposta iria deixá-la ainda mais humilhada.
—Então, é o
que deseja? Quer que eu vá embora?
—Não — ela
disse baixinho, com vontade de chorar.
—E por que
não? Como consegue conviver comigo na mesma casa, na mesma cama, fazendo amor
com você? Como?
“Porque eu
te amo, seu bobo”, ela pensou e não conseguiu mais controlar as lágrimas.
Joe deu
um suspiro e abraçou-a com força, apertando-a de encontro ao corpo e falou em
seu ouvido.
—Ainda pensa
que estamos nos distanciando? — disse com voz sensual. Beijou-a com ardor, sem
lhe dar chance de pensar ou retrucar, até que ela sentiu-se derreter de desejo.
A voz dele tirou-a do sonho no qual mergulhara. —Deixou que aquele sem-vergonha
tocasse em você? Deixou? — ele repetiu, quando ela ficou muda. — Eu quero
saber! Preciso saber!
Os olhos
azuis brilhavam furiosos, sem acreditar no que ele dissera.
Demi encarou-o e disse com raiva: —Vá para o inferno!
Ele foi e
levou-a junto. Arrancou sua camisola e as próprias roupas e amou-a com
violência e desespero. Quando terminou, ela virou-se para o lado e Joe foi
para o banheiro. Depois de muito tempo, voltou para a cama, e Demi já estava dormindo.
(...)
Na noite
seguinte, o telefone tocou no momento que Demi preparava o jantar das
crianças. Ela foi atender na extensão do hall, porque a televisão na cozinha
estava com o som muito alto. —Alô, aqui é Demetria Jonas —disse, distraída,
esticando o fio do aparelho no limite, para enxergar o outro aposento. Depois
de uma pausa, uma voz fria perguntou por Joe. —Ele ainda não chegou em casa.
Quer deixar recado? — Mais uma pausa, e Demi olhou preocupada para o forno
elétrico. Se a ligação demorasse, os bifes acabariam queimando.
—Aqui é
Lydia Marsden.
x-x
EITA Q AGR A PARADA FICA LOUCA! lydia ligando, hm hm. sem spoilers, prometo! Amo ler os comentários de vcs, sério <3 vcs iluminam meu dia! Muito obrigada pelo carinho, aqui está o capítulo 7 só para vcs! Comentem!!!!!!!! Respostas aqui' Beijos, amo vcs ♥♥♥
EITA Q AGR A PARADA FICA LOUCA! lydia ligando, hm hm. sem spoilers, prometo! Amo ler os comentários de vcs, sério <3 vcs iluminam meu dia! Muito obrigada pelo carinho, aqui está o capítulo 7 só para vcs! Comentem!!!!!!!! Respostas aqui' Beijos, amo vcs ♥♥♥



Gzuuuuuis q capítulo foi esse ??? Posta logoooo
ResponderExcluirpostadooooo ♥
Excluiroh meu deus comecei ler hj to amando continua
ResponderExcluirbem vinda! obggg <3
ExcluirPelo amor de Deus posta logo.... louca pra saber o que vai acontecer ..... tomara que a Demi seja bem superior a ela e não se sinta intimidada.... posta mais.... que tal maratona..... adoroooo....
ResponderExcluirpostado! N da p fazer maratona, ela está bem no finzinho e n tenho ideia de qual será a próxima fanfic... Quem sabe mais para frente?
ExcluirPUTA QUE PARIU AGORA FUDEU TUDO
ResponderExcluirA LYDIA TA LIGANDO HEUHANFJKF tomara que a demi xingue ela e talz
o que o joe vai fazer? não aguento esperar um dia todo! posta hoje! te amo, bjs.
ps: me chama no fb quando entrar, acho q vou ficar on o dia todo. menos das 4 às 5 pq vou pra academia.
LAMENTO DECEPCIONAR %%%%
Excluirclaaaaaaaaaro ♥ postado! tb te amo, bjsss
ps: já estamos conversando lá, rlx dsgfdhsagf
oh my jonas posta logo
ResponderExcluirpostado ♥
ExcluirEU PRECISO MATAR ESSA VAGABA!
ResponderExcluiro que ela quer com o joe?
nossa, que vontade de matar ela!
esses dois estão me matando aos poucos sabia?
eles se amam e depois se odeiam, decidam-se pelo amor de Deus kkkkkkk
quero só ver o que a demi vai fazer, espero que ela dê um esculacho! HEHEHEHE
o joe tbm, quero ver a atitude dele... ele precisa se livrar dessa vagabunda da lydia!
está perfeito, viu? beijos e posta logoooooooooo
eita gdhsagdsa morte matada aqui!
Excluirvdd, isso aqui está uma loucura!
HGSAGJD
VI SIM, OBG <3 bjs, e postado ♥
POSTA PELO AMOR QUE VC TM PELA DEMI
ResponderExcluirPOSTADO PELO AMOR Q EU TENHO PELA DEMI!
Excluir