Dedicado à todas as anônimas lindas q estão smp comentando <3

x-x
Se algum dia
Demi o quê? Confusa com as palavras da sogra, foi para o banheiro se arrumar.
Se algum
dia Demi descobrisse
sobre a outra
mulher? Bem, já descobrira.
Se algum dia
ela decidisse mudar? Com cinismo, olhou-se no espelho, e foi como ver uma total
estranha.
Lá estava
ela, escondida. Sem coragem de tomar banho, com medo de estragar o cabelo e a
maquiagem. Tolice. Joe sairia com ela só para acalmar a consciência culpada. Além do mais, ele achava que ia sair com a nova mulher que vira na sala e que
era apenas uma ilusão atrás da qual Demi queria se esconder! Ouviu a porta do
seu quarto abrir e fechar e o som dos passos de Joe indo para a escada. Com
um suspiro, estendeu um dos vestidos novos sobre a cama para decidir se ousaria
vesti-lo. Era um vestido sexy, de renda cor de vinho e o forro de seda negra.
Colo e ombros ficariam expostos, bem como as costas, porque
o modelo tomara-que-caia era
bem decotado atrás.
Ao experimentá-lo na loja, a vendedora percebera sua indecisão por causa
do decote e trouxera um bolero negro de veludo, de mangas longas, aberto na
frente, deixando a curva sedutora dos seios exposta. Não sabia se devia colocar
o vestido novo ou o antigo pretinho que sempre usava quando saía com Joe.
Kate entrou no quarto e parou na frente do vestido com um brilho no olhar.
—Vai usar
este vestido, mamãe? — perguntou com doçura.
—Ainda não
decidi querida, talvez eu deva usar o meu vestido preto...
—Não, mamãe!
O papai vestiu smoking e está lindo demais. E depois, o vestido preto é tão sem
graça!
—Que seja o
novo, então.
A antiga Demi também era
sem graça, e
a nova decidiu
mudar.
Arrumou-se e
desceu.
Kate estava
com a razão. A figura de Joe era fascinante, não só pela roupa, mas pelo homem maduro e sensual que a vestia.
Ele estava
de costas, servindo-se de um aperitivo, e não percebeu sua entrada na sala,
deixando-a aliviada em ter algum tempo sozinha para acalmar o desejo que ele
lhe provocava.
A imagem que Joe projetava sempre impressionava as pessoas. Um homem confiante que também intimidava,
pois não gostava
de expor sua personalidade. Demi ficou intimidada pela primeira vez na vida. Na verdade, sempre pensara
nele como o marido que amava. Agora, estava apreensiva na presença do homem com
quem vivia há sete anos. Joe era um estranho que ela amara e com quem se
casara. Será que ele tinha consciência de que ela não o conhecia de verdade?
Que não sabia quem ele era, além das paredes seguras da casa? Ele virou-se e
viu Demi, que sentiu uma pontada no coração ao perceber o olhar sem emoção
que percorreu seu corpo e rosto. Reparou que Joe escondia seus sentimentos
ao correr o olhar desde o novo corte do cabelo, passando pelo rosto cuja beleza
era realçada pela maquiagem e detendo-se no corpo. O modelo do vestido
acentuava suas formas perfeitas e graciosas. Então. sem aviso, ela notou
um brilho de emoção antes que ele
se fechasse outra vez. Surpreendeu-se ao perceber dor no olhar. Por que um
olhar triste ao ver a esposa vestida para sair com ele? Talvez fosse apenas
culpa. Ele sabia que Demi jamais teria ido ao extremo de querer mudar tanto,
se não a tivesse deixado insegura!
—Quer um
drinque antes da sairmos? — Joe não ia fazer nenhum comentário sobre sua aparência. Demi sentiu-se apagar.
—Não,
obrigada. Você... reservou mesa em algum restaurante? — O sorriso enviesado
parecia zombar dela por algum motivo.
—Reservei. Vamos
então? — Sentiu-se estranha sentada ao lado dele na BMW esportiva. Sempre saíam
com a família no carro dela, uma perua equipada para a segurança das crianças.
—Aonde vamos?
— perguntou, desanimada. Joe mencionou o restaurante de um dos clubes mais
exclusivos de Londres como se fosse um lugar banal.
—A comida é
ótima. Até para quem está sem apetite...
—Então já
esteve lá?
—Umas duas
vezes. — “Com Lydia?”. O simples
pensamento deixou-a retraída.
Se Joe percebeu, não
demonstrou. Seu humor também não era dos melhores. Chegaram ao clube e ele
conduziu-a até o hall luxuoso.
—Boa noite,
sr. Jonas.
Um homem
apareceu do nada e inclinou-se para Demi que lhe sorriu. —Boa noite, Claude — Joe falava com familiaridade. —Obrigado por ter conseguido a mesa de última hora.
—O senhor
sabe como é. Para certas pessoas, sempre temos lugar. Por aqui, por favor...
Joe conduziu-a pela cintura, num gesto íntimo. Demi tentou não se impressionar
com a elegância do local e entraram num restaurante diferente de tudo que ela
já conhecera. Nas ocasiões em
que saíam para
jantar, sempre frequentavam restaurantes locais, vestindo
roupas informais para dividir um prato e uma garrafa de vinho com intimidade.
No clube em que se encontravam, era impossível imaginar um jantar íntimo e
informal.
—Você não
gostou do lugar. — Ela ergueu o olhar para Joe.
—Parece ser
bem agradável.
—Agradável —
ele repetiu com ironia. — Este é um dos restaurantes mais famosos de Londres e
você chama de agradável.
—Desculpe.
Acha que eu deveria estar impressionada com o local?
—Não.
—Ou com sua
facilidade em conseguir um lugar sem reserva antecipada? Cuidado Joe, ou
posso pensar que tentando chamar minha atenção. E seria ridículo só de pensar,
não é? — Ela relanceou o olhar pelo ambiente requintado, repleto de pessoas elegantes,
e encarou-o. —Francamente, seria. Pensei que soubéssemos que você nunca
precisou fazer nada para me impressionar. — Ele estava impaciente.
—Demi, eu
não a trouxe aqui para discutir. Só queria...
—Um
tratamento especial para mim? — ela perguntou irônica.
—Não! Eu só
queria te agradar, mimar você!
—Mostrando
como é sua outra vida?
—Que outra
vida? O que quer dizer?
—A vida da
qual não sei nada. Na qual você se sente perfeitamente à vontade.
—Você queria
ir a uma cantina vestida assim? Teve muito trabalho para criar uma nova imagem, Demi. Este ambiente é ideal para ela. Você decide se quer ficar ou não.
Apesar de
querer sair, percebeu, com tristeza, que o local combinava perfeitamente com Joe.
—E você
prefere a nova imagem? — perguntou, curiosa.
—Gostei do
novo corte do cabelo, mas não sei se gosto do motivo que a levou a cortar.
Gostei do vestido. É lindo, como deve saber, mas não gosto do que ele faz à
mulher que eu... — A chegada de
um garçom interrompeu-o. Ele
colocou uma taça
de aperitivo para cada um e ofereceu os cardápios.
Joe agradeceu e dispensou-o de modo seco. —Você foi rude com ele. Por que agiu
assim?
—Porque ele
me interrompeu quando eu tentava te elogiar.
—Se acha que
foi elogio... — Ele sorriu, um pouco irritado.
—Muito bem,
está difícil acertar o assunto com você, Demi. — Ele inclinou-se depressa e pegou a mão dela. — Você é linda e não precisa que eu lhe diga. Por favor, não
deixe de ser a mulher adorável que sempre foi, antes de resolver provar alguma
coisa para mim!
—Eu não
mudei para você, Joe. Fiz por mim. Já estava mais que na hora de crescer.
—Oh, não,
querida! Está errada! Eu...
—Que
surpresa! Joseph Jonas em carne e osso! —Uma voz sardônica falou atrás da mesa.
—Droga! — Joe sussurrou e apertou com mais força a mão de Demi, antes de soltá-La. Com o rosto transformado numa máscara sem expressão, virou-se para o intruso.
—Zac — ele levantou-se —, pensei que estivesse nos Estados Unidos. Joe afastou a cadeira para cumprimentar o outro homem. Demi notou que ele devia
ter a mesma idade de Joe. Era atraente, loiro, com olhos verdes sagazes.
—Voltei há
algum tempo. Parece que é você que está fora de circulação. —O olhar curioso e
interessado pousou em Demi. — Esta linda jovem seria a razão? O que aconteceu com a adorável L...?
—Minha
esposa — Joe interrompeu, antes que ele completasse o nome — Demi. — Ela percebeu que Joe relutou em liberar o espaço para que Zac a cumprimentasse.
—Este é Zac Callum. Usamos os serviços do mesmo escritório jurídico.
Zac lançou
um olhar especulativo para Joe e Demi pensou tê-lo ouvido murmurar alguma coisa ao passar e abaixar-se para cumprimentá-la. Não deu muita atenção, pois
estava concentrada em lembrar de onde conhecia o nome. Ele era o cartunista
político, mordaz e cruel, do jornal Sunday Globe. Era hábil em descobrir o
ponto fraco das pessoas e transformá-las em motivos de chacota.
—Não me
admira que Joe tenha desaparecido nos últimos tempos. — Zac tomou a mão de Demi nas suas e disse com voz sedutora: — Com certeza, seu gosto apurou muito, Joe. — Ele se referia a Lydia. Demi respondeu por Joe, sem
condições de falar, de tão tenso que estava.
—Obrigada.
Conheço e aprecio seu trabalho, sr. Callum.
—Uma fã?
Fale mais... —Ele ia puxar uma cadeira vazia quando uma voz seca interrompeu:
—Zac,
querido, não está se esquecendo de nada? Mostrando uma expressão de pesar para Demi, ele virou-se para a mulher.
—Desculpe, mas precisa
entender. Este é um momento
para ser saboreado. Este homem,
entre todos os homens, rendeu-se ao casamento. — Passou a mão pela cintura da
mulher, puxando-a para mais perto. —Claire, apresento Joseph Jonas, de quem
já ouviu falar, com certeza.
—E quem não
ouviu? Todos nós esperamos em suspense pelo desfecho do caso Harvey. — O caso
Harvey. Demi baixou os olhos, pensando ser a única pessoa no mundo que não
sabia como o caso era importante.
—Prazer em
conhecê-lo — disse Claire. Joe cumprimentou-a com um sorriso distraído. Sua
atenção estava concentrada em Zac Callum, que continuava a olhar para Demi,
sem disfarçar o interesse.
—Gostaríamos
de sua companhia, mas, infelizmente, já fizemos o pedido — mentiu Joe. —E...
— ele não continuou, e ficou óbvio que não desejava intromissão.
—Não se
preocupe. — Zac deu um sorriso malicioso. —Não queremos interromper os
recém-casados. Joe abriu a boca para contestar, então percebeu o olhar de Demi e calou-se.
Não! Os
olhos dela imploraram. Não diga a verdade. Zac sabe a respeito de Lydia. Não
permita que eu faça papel de tola, dizendo que é casado há sete anos, que tem
filhos, quando ele sabe sobre sua amante! Ele sorriu sem graça e desviou o
olhar. Engoliu em seco, frustrado com a cena inesperada. Então Joe teve uma
atitude estranha. Aproximou-se dela, segurou seu rosto nas mãos e, na frente da
melhor e mais esnobe sociedade londrina, inclinou a cabeça e beijou-a com
paixão. Quando afastou-se, aparentava tanto pesar, que ela ficou com os olhos
marejados.
—A
lua-de-mel ainda não terminou — zombou Zac. —Vamos, Claire, creio que devemos
deixar os dois pombinhos a sós.
—O que quer
comer? — Sentindo-se desnorteada pelo beijo inesperado e a expressão reveladora
nos olhos de Joe, Demi forçou-se a prestar atenção nas palavras dele. Ele
voltara a sentar e olhava-a de modo intenso.
—Eu... —
Olhou para o cardápio na sua frente, sem conseguir enxergar. O coração batia
descompassado e seus lábios ansiavam por outro beijo. — Eu... não sei, peça
para mim.
Com um
sorriso, ele chamou o garçom e fez o pedido. Demi olhou pelo salão, mas as pessoas em volta estavam entretidas na própria conversa. Ninguém notara o
beijo. Controlou-se para falar sem emoção. —De onde conhece Zac Callum?
—Ele herdou
algumas empresas pequenas
do pai. Como
não queria trabalhar no ramo,
vendeu-as para mim.
—Gosto do
trabalho dele. Eu era muito boa em desenho e posso apreciar o dom que ele tem.
—Também
gostou do charme dele, não é? — Demi surpreendeu-se com o tom de ciúme na voz
de Joe.
—Foi por
isso que me beijou daquele modo? —Ele olhou para você com cobiça. Só quis
deixar bem claro a quem você pertencia.
Ela era
propriedade de Joe,
mas, aparentemente, ele
não lhe pertencia.
—Neste
seu mundo social existe alguém que saiba
sobre mim e as crianças?
—Minha vida
particular não é da conta de ninguém. Meu envolvimento com estas pessoas é
puramente profissional. Agora vamos mudar de assunto? A não ser que tenha
achado o charmoso Zac Callum mais agradável que minha companhia. Neste caso,
posso chamá-lo de volta e vocês dois vão se deliciar alimentando o ego um do
outro! — Oh! Ele estava doente de ciúme! Demi sentiu-se mais confiante.
—Bem, pelo
menos ele não criticou a companheira cada vez que ela abriu a boca — reprovou-o
docemente, satisfeita ao ver que ele corava. A entrada foi servida, acalmando o
impulso de discussão que os dominava. Joe pedira uma mousse de salmão que Demi comia deliciada, esquecida da falta de apetite. Quase no fim do prato,
ele tocou gentilmente em sua mão.
—Demi,
vamos tentar fazer com que esta seja uma noite agradável para nós dois? Não
quero discutir mais. Eu só desejo...
—Joe, que
prazer encontrá-lo aqui! A expressão dele ficou irritada, e ela sentiu-se
desapontada com a interrupção, pois era com prazer que percebia urgência em seu
olhar.
Desta vez,
ele nem se levantou para falar com o casal de meia-idade que parou ao lado da
mesa. Também não apresentou Demi. Apenas cumprimentou-os com fria educação e
eles se afastarem depressa.
—Entende
agora por que não gosto de trazer você a lugares como este? Ficamos sujeitos a
interrupção a noite toda.
—E qual é o
problema?
—Quando saio
com você, quero tê-la só para mim. — No fundo, ele tinha razão. Foram
interrompidos pelo menos mais três vezes durante a refeição. Depois do café, Joe levantou-se e estendeu a mão para ela. —Venha. Vamos até a boate do
clube. Pelo menos enquanto dançamos ninguém vai interromper. Entraram em uma
sala escura. Da entrada, Demi enxergou apenas o outro lado, o bar e um
pequeno palco onde um grupo de músicos tocava jazz. Joe conduziu-a até a pista
e tomou-a nos braços. Na mesma hora foi assaltada pelo sentimento de estar nos
braços de um estranho. Não evitou um suspiro. Eh; percebeu a tristeza e fez
mais pressão na mão que segurava. A outra mão dele subiu da cintura para as
costas, por dentro do bolero, para aproximá-la
mais e então parou. Ambos ficaram imóveis quando os dedos entraram em contato com a
pele nua e quente. Demi esquecera o modelo
do vestido até aquele momento.
Tentou afastar-se, mas ele não permitiu e puxou-a ainda mais perto.
—Déjà vu —
sussurrou em seu ouvido, e ela engasgou ao perceber o significado.
A
primeira vez que dançaram, usava uma
mini blusa sob a qual ele
também
enfiara os dedos, provocando o mesmo frêmito de desejo.
Dançaram colados,
a mão de Joe acariciando suas
costas num movimento sensual.
Ela quase
podia escutar-lhe as batidas do coração enquanto uma onda de calor e desejo
inundava seu corpo. Percebeu o sexo de Joe contra o ventre e suspirou. A
cabeça morena inclinou-se e ele roçou os lábios em seu pescoço. —Nada mudou entre
nós. Depois de tantos
anos, ainda temos
este incrível efeito um sobre o outro. — Ele tinha razão. Com um suspiro, Demi permitiu-se fazer o que mais ansiava e ergueu os lábios para beijá-lo.
Pela primeira vez,
depois de várias
semanas, fazia um
movimento voluntário na direção dele. Joe tremia. —Vamos para casa —
ele disse com a voz rouca de desejo. —Quero muito mais que dançar com você. — Então
uma voz familiar e cruel se intrometeu, e Demi sentiu o coração fraquejar.
—Ora, ora,
se não é o dom-juan em pessoa, com uma nova conquista... — Demi fechou os olhos ao reconhecer a voz e baixou a cabeça no ombro de um Joe, estático.
—Ei,
querida, não sabe que ele é casado? — provocou a voz cruel. Sem dúvida, Mandy
não a reconhecera. —Há sete longos anos — ela continuou, sem piedade. —Com uma
mocinha bonita, mas sem graça, que está em casa cuidando dos três filhos,
enquanto o marido faz charme para qualquer mulher que se ofereça.
—Ah,
qualquer uma não, Amanda — Joe interrompeu cínico. — Afinal de contas,
sempre desprezei você. — Então Mandy tentara seduzir Joe? Demi encarou o olhar sarcástico do marido e entendeu por que os dois se detestavam.
—Os homens
devem tomar cuidado com mulheres repudiadas, Joe. Afinal, o desprezo transforma-se em nossa arma mais destrutiva.
—Que você
usou com perícia, direto no alvo mais fraco!
—E, por
falar nisso, como está a pobre Demi ? Ela sabe que você já arranjou uma
substituta para Lydia?
Demi ouvira o suficiente. Livrando-se do abraço apertado de Joe, virou-se e
encarou a ex-melhor amiga com frieza. O rosto de Mandy ficou pálido e, sem mais
uma palavra, ela virou as costas e foi embora. O fim da noite revelou-se um
desastre. Em silêncio, o casal deixou o clube e andou até o carro.
No caminho, Demi não se conteve. —Quanto tempo?
—Anos.
—Chegou a
ter alguma coisa com ela? — perguntou, observando as mãos dele crispadas na
direção, sentindo-se ofendido, mas aceitando o direito que ela tinha de saber.
—Não, nem em
pensamento.
— Por quê?
—Ela me
deixa gelado.
—Então, por
que não me contou nada?
—Para
arruinar a confiança que depositava na sua melhor amiga? Demi, sempre deixei bem claro que nunca suportei Mandy.
—Eu sei, mas
também nunca desencorajou nossa amizade. Uma palavra que me dissesse a respeito
de como ela estava me usando para te abordar, e esta cena ridícula teria sido
evitada.
—Acha que eu
teria coragem de contar, sabendo como você ficaria magoada? — A expressão dele
era preocupada.
—Seria muita
maldade da minha parte. — Sem ao menos falar com Jenny, Demi subiu para o
quarto assim que chegou em casa.
—Estou com
dor de cabeça, por favor, desculpe-se com sua mãe por mim. — Na verdade, não
era só a cabeça que doía. Quando Joe entrou no quarto depois de ter levado a
mãe para casa, ela ainda estava acordada, mas fingiu dormir e concentrou a
atenção nos movimentos dele. Ele foi para a cama nu, como sempre dormia. Deitou
de costas, com as mãos servindo de apoio para a cabeça, e ficou olhando o teto
escuro, enquanto Demi ficava imóvel a seu lado. No fundo de seu coração
ferido, ela desejava que o destino mudasse e desaparecesse com as últimas
semanas. Ficaram muito tempo imóveis, em silêncio, até que a tensão tornou-se
insuportável. Joe deu
um suspiro e virou-se
para alcançá-la. Demi se entregou com avidez, e fizeram um amor desesperado e silencioso.
—Demi — ele
sussurrou ao penetrá-la. Apenas Demi, inúmeras vezes, compreendendo que ela
lutara e vencera a batalha por causa dele.
Quando
acabou, ela sentiu-se solitária e vazia.
Joe ficou
muito ocupado com outro caso e precisou passar algumas noite fora de casa.
Estava negociando com uma pequena construtora perto de Huddersfield. Apesar de
acreditar, Demi atormentou-se com ideias que sabia serem injustas. Ele não
fez comentários, compreendendo o que se passava em sua mente. Queria a
confiança que ela não conseguia mais ter, o que contribuiu para que o casamento
continuasse em crise durante semanas. Uma tarde, leu uma notícia no jornal que
deixou-a inquieta. Zac Callum faria uma palestra aquela noite sobre seu
trabalho, na escola de Artes, e a entrada era aberta a todos os interessados.
Como Joe estava fora, decidiu pedir para a mãe ficar com as crianças e
participar. No fundo, compreendia que a necessidade de ferir o marido era maior
que a vontade de assistir à palestra. Culpa dele, Demi pensou ao estacionar o
carro. O fato de saber que ele sentia ciúme de alguém como Zac Callum a
incentivara a sair de casa. Sentou-se no fundo da sala, sem esperar que Zac a
reconhecesse ou lembrasse dela. O encontro entre eles fora breve. Mas ele
reconheceu-a e lembrou-se na hora. Caminhava para o palco, relanceando o olhar
sorridente pela plateia, quando a viu. Parou, encarou-a, e Demi corou ao ser
alvo do sorriso de reconhecimento na frente de todos. Sorriu de volta com
timidez e afundou-se na poltrona.
A palestra
começou, e logo se sentiu relaxada, a atenção fixa no modo inteligente e sutil
como Zac conduzia o assunto. Várias vezes,
ele notou que ela acompanhava as risadas com a plateia e lançou lhe
olhares de reconhecimento, que fizeram bem ao seu ego tão magoado nas últimas
semanas.
A palestra
terminou e, antes que tivesse tempo de se levantar, Zac aproximou-se.
—Demi, que
gentileza ter vindo!
—Adorei a
palestra — disse com um sorriso tímido. —Foi empolgante.
—Você estuda
aqui?
—Não! — Ela corou.
Não lhe ocorrera que ele
pudesse supor que fosse uma estudante. Lembrou-se então que vestia
calça jeans desbotada e um suéter de linha, além de estar sem maquiagem.
—Moramos aqui perto. Li sobre a palestra no jornal e decidi vir em cima da
hora.
—Veio
sozinha?
—Sim, Joe está viajando a negócios.
—Ah! Está
interessada em política? — ele perguntou, com um sorriso estranho.
—Em arte,
caricatura. Eu desenhava bem, acredite ou não, quando tinha tempo, antes de ser
esposa e mãe.
Droga! Zac
acreditava que era recém-casada. Agora olhava para ela com expressão confusa.
Por sorte, foram interrompidos por um estudante que queria fazer algumas
perguntas.
Demi decidiu aproveitar a oportunidade e ir embora. Virou-se, mas seu braço foi
seguro por Zac.
—Não vá.
Preciso me despedir dos organizadores e, se puder me esperar, gostaria de tomar
um drinque com você, num pub que aqui perto.
Demi hesitou. Sair com um homem que não era seu marido para tomar um aperitivo? As
pessoas achavam normal. Joe fazia isso o tempo todo! Queria saber mais sobre
o trabalho que ele desenvolvia e resolveu aceitar o convite.
—Obrigada,
vou esperar na porta. Para sua surpresa, foi Zac que hesitou, e o mesmo olhar
especulativo da primeira vez que se encontraram passou pelos olhos dele. Logo
concordou e soltou seu braço.
—Encontro
você em cinco minutos.
Passaram uma
hora agradável. O lugar estava lotado com os participantes da palestra, e
sentaram-se nas banquetas do bar.
A conversa
fluiu de modo agradável e interessante. Zac permitiu que Demi falasse sem interrompê-la, e ela, que estava tímida em princípio, colocou as ideias com
facilidade.
O nome de Joe só foi mencionado na hora de partirem.
—Há quanto
tempo está casada? — Zac perguntou.
—Sete anos.
Temos três filhos, dois garotos e uma menina. E não pense que é só o que
fazemos. Sammy e Kate são gêmeos.
Ele sorriu
com o gracejo. —Quero me desculpar pela primeira vez que nos encontramos. — Zac
falava de sua menção à outra mulher com Joe. Demi sentiu uma pontada no
peito, e não aceitou as desculpas.
—Não é
preciso. Você foi apenas franco. Eu e Joe é que agimos errado. Boa noite,
Zac — ela acrescentou, antes que ele pudesse falar. Não queria conversar sobre
aquela noite, nem saber a opinião dele. — Gostei muito da companhia, obrigada.
Caminharam
até o estacionamento. —Escute, estou pensando em ministrar um curso de
caricatura aqui na escola, durante doze semanas, uma noite por semana. Estaria
interessada em participar? — ele perguntou. —Não sei. Acredita que haja
interesse suficiente na escola, para valer a pena para você? — Ele riu da
ingenuidade dela. Sendo uma celebridade, o interesse das pessoas em seu
trabalho era o de menos. Fariam o curso porque Zac Callum seria o professor. —Tenho certeza de que vai gostar, Demi —
disse com suavidade. — Prometo para você. — Com uma sensação estranha no
estômago, percebeu outra intenção nas palavras de Zac, que não escondeu a
atração que sentia. Encorajaria o relacionamento mesmo sabendo do perigo
potencial que havia? Não, sua vida já estava bem complicada. Era uma pena,
pois, apesar de o professor não atraí-la, a ideia do curso de caricatura era
tentadora.
—Pode me
avisar quando decidir e pensarei a respeito.
(...)
—Zac Callum
dando um curso na Escola de Artes? Por que ele haveria de se importar com os
estudantes daqui? —Joe perguntou, com um sorriso de escárnio.
—Talvez
porque ele se importe com as pessoas — Demi respondeu, ofendida com o tom de voz.
O fato de
ter saído uma noite sem seu conhecimento, ainda mais para ver Zac Callum,
irritou Joe.
—E como
soube que ele faria a palestra?
—Li no
jornal. Você já comeu? — ela perguntou, para mudar de assunto. — Quer que eu
prepare um lanche?
—Não! Quero
falar sobre sua saída com Zac Callum — ele rosnou.
—Eu não saí
com ele! Apenas assisti a uma palestra! O que está tentando dizer, Joe? Que
foi um meio que arrumamos para nos encontrar?
Era
exatamente o que ele estava pensando.
—Ele é bem
capaz disso! Não disfarçou o interesse desde o primeiro momento que a viu!
Meu Deus! O
poderoso Joseph Jonas demonstrava receio que sua jovem esposa quisesse
outro homem!
—Você é a
pessoa não confiável neste casamento, Joe — ela lembrou-o com rispidez. — Não eu!
—Mas você
pode querer se vingar.
—Eu acho que
sua consciência culpada está te deixando paranoico. Não faça comparação entre
nós.
Deliberadamente,
ignorou a voz em sua mente, dizendo que não estava sendo sincera.
—Não estou
comparando — ele disse, a caminho do bar para se servir de um uísque.
—Então o que
estava fazendo?
—Na
verdade... Na verdade eu não tenho a menor ideia. Está mesmo decidida a fazer o
curso?
—Não vai
querei bancar o marido dominador e me impedir se eu decidir fazer, não é?
—Se eu
tentar convencê-la a não fazer, vai me
dar ouvidos?
—Não. — Ele
baixou a cabeça
—Então não
vale a pena tentar, não é mesmo? — Joe saiu da sala
deixando-a num turbilhão
de emoções. Mágoa. Qualquer que fosse o relacionamento
com ele: brigando, fazendo amor ou até ignorando, cada vez que ele se afastava
só conseguia sentir mágoa. Passara tantos anos vivendo para ele, que não sabia
viver para si mesma. Por isso, decidiu fazer o curso quando Zac ligou, avisando
que estava tudo resolvido.
(...)
Algumas
semanas mais tarde, ela saiu de casa para a primeira aula. Joe não disse
urna palavra, mas ela sabia sua opinião. Quando voltou, ele nem esperou pela
escuridão do quarto para procurá-la. Tão logo entrou em casa, tomou-a nos
braços e levou-a para cama e, apesar de estarem famintos de desejo, mais uma
vez ela não chegou ao clímax.
O dom de Demi para a caricatura desabrochou com as aulas, e até Joe se divertia com os desenhos que ela fazia das crianças. Zac era sempre encorajador. Durante as
aulas não fazia referências pessoais. Só quando iam até o pub para um aperitivo
depois do curso é que dava um jeito de sentar ao seu lado e mostrar o interesse
crescente. A maior parte do tempo, Demi tentava ignorar, queria apenas
aprender tudo que ele tinha para ensinar sobre desenho. Seu medo era ter de
desistir se ele se tornasse inconveniente. O Natal estava próximo e Demi ficou
ocupada com os preparativos. Compras, decoração e a ceia que fez aos poucos e
congelou, enchendo a casa com aromas tentadores a cada dia. Joe estava mais
ocupado e preocupado. A única concessão que fazia era saírem algumas noites.
Iam ao cinema, teatro, clube e restaurantes. Ela manteve o corte de cabelo, mas
usava as roupas sofisticadas só para algum programa especial. A vida
corria normal, mas
a tensão no
casamento afetou o comportamento de Demi. Cansava-se
facilmente, irritava-se com pequenas bobagens e chorava sem motivo aparente. A
família se preocupava e ansiava pela antiga e calorosa pessoa que conheciam.
Uma noite, quando ia sair para o curso, o carro não quis pegar. Joe trabalhava em Huddersfield e só voltaria tarde. Jenny ficara com as crianças.
Uma chuva de granizo caía, e Demi olhou relutante para a casa, O certo seria
entrar e chamar um táxi, mas estranhamente não queria voltar agora que tinha
escapado. Percebeu que
estava vendo seu
próprio lar como
uma prisão emocional. Com um
suspiro, colocou o capuz do pesado casaco e andou até a pista para tomar
um ônibus. Chegou
no curso molhada
até os ossos,
o cabelo encharcado e o rosto
branco de frio. Os amigos de classe começaram a ajudá-la. Uma enxugou seu cabelo
com uma toalha de papel enquanto outro tirou suas botas e as meias molhadas.
—Meias de
homem! — alguém gritou, fingindo estar horrorizado. — A bela dama usa meias
grossas de homem por dentro das botas femininas!
Todos riram
e Demi também, sentindo-se solta e livre pela primeira vez em semanas. Sua blusa estava molhada e Zac tirou o próprio suéter de lã preta para ela vestir.
As garotas da classe fizeram uma barreira protetora contra os olhares
masculinos. Quando ficou pronta, as roupas molhadas foram colocadas na frente
do aquecedor e Demi não vestia nada além da lingerie, sob o suéter que batia
em seus joelhos. A aula acabou e as roupas continuavam úmidas. Zac ofereceu uma
carona direto para sua casa em vez de irem ao pub, e Demi aceitou, apesar de
ficar alerta com a expressão dele. Entraram no carro esportivo e ela relaxou,
confortada pelo ar quente.
—Está
melhor? — ele perguntou.
—Sim,
desculpe fazê-lo perder o aperitivo.
—Não tem
problema, prefiro ficar aqui com você — ele disse com a voz rouca. Um calafrio
percorreu seu corpo.
—Na próxima
pode virar à esquerda. — Ela mudou de assunto.
—O que Joe acha de você estar comigo toda quarta-feira à noite? — Demi engoliu em seco. Não queria falar sobre Joe, nem baixar sua guarda.
—Ele me dá o
maior apoio — disse, rindo da mentira. Joe detestava que ela fizesse o curso
e detestava vê-la sempre com o caderno de desenho na mão, lembrando-o quem era
o responsável por sua volta às artes.
—Mas ainda
não fez nenhuma caricatura dele. Já desenhou todos da família, menos Joe.
—Ele não é
um bom modelo — ela disse. — Agora pode seguir reto até a próxima bifurcação.
—Joe?
Pois acho que ele é o modelo ideal, um demônio nos negócios e um homem comum em
casa. Um ótimo tema para uma caricatura misturando os dois. Não concordou. No
momento, não via nada de engraçado em Joe. Há algum tempo teria se deliciado
fazendo a caricatura dele, agora não mais.
—Um dia
desses vou fazer. Chegamos. Minha casa é aquela branca com a BMW preta na frente.
— Joe já estava em casa. Sentiu um arrepio que não era de frio. Zac parou e
desligou o carro. Podiam escutar o barulho da chuva nos vidros. Ele virou-se no
banco para olhar Demi e ela encarou-o. —Bem, obrigada pela carona — disse,
sem fazer nenhum movimento para sair do carro. Sentia-se presa numa armadilha
pela expressão de Zac, pelo calor do carro e pela própria sensação de desejo.
—Foi um
prazer — ele disse, ausente. A
mente dele estava
longe, procurando no
rosto de Demi um sentimento que ela não sabia se aparentava ou não. Logo percebeu que
sim, pois Zac inclinou-se e beijou seus lábios com suavidade. Não correspondeu
nem se afastou. A mão dele acariciou seu rosto, o polegar tocando seus lábios
para que abrissem. Subitamente, ela teve certeza que não era o que queria e
afastou-se. Ele deixou-a ir, encostando-se
no assento e olhando-a
através dos olhos semicerrados.
—Desculpe —
ela murmurou, confusa.
—Do quê? — Demi não conseguiu responder, só queria estar fora do carro e começou a abrir a
porta.
—Você quis
ser beijada, Demi — Zac disse com suavidade. —Não importa o que pense, lembre-se de que desejou o beijo tanto quanto eu.
Ele tinha
razão, e ela corou de culpa. Quisera o beijo para sentir como seriam outros
lábios que não os de Joe sobre os seus.
Agora
sentia-se infantil e irritada por ter deixado acontecer. Não queria que Zac
pensasse que haveria lugar para ele em sua vida. Joe era o único homem que
amava. Que droga! Amava-o com mais paixão a cada dia! Correu para a casa
debaixo da chuva e só então pensou se Joe vira sua chegada. Olhou para as
janelas e não viu movimento atrás das cortinas. Com certeza, ele esperava que
ela viesse de ônibus e não deu atenção ao barulho do carro de Zac. Joe não
estava na sala. A porta de escritório permanecia aberta e nem sinal dele. Demi encontrou-o na cozinha.
—Chegou mais
cedo do que eu esperava — ela disse casualmente ao entrar. Charmoso, vestindo
jeans e uma camiseta preta, ele ignorou o comentário dela e suas mãos tremeram
um pouco ao colocar água na chaleira.
—Chamei um
táxi para levar minha mãe. Ela ficou preocupada ao ver seu carro na porta e
você desaparecida. Poderia ter avisado que mudou de ideia.
—O carro não
pegava, então decidi ir de ônibus. Não imaginei que Jenny fosse ficar
preocupada. Amanhã ligo para me desculpar.
Silêncio.
Joe parecia concentrado na preparação do chá e nem lhe dirigiu o olhar. Demi percebeu que ele estava bravo por algum motivo. Teria visto algo?
—Estou
ensopada — disse num esforço para parecer normal e corando de culpa. —Vou subir
e tomar um banho quente. Você já comeu? Posso fazer seu jantar...
—Não! —
falou com tanta violência que ela afastou-se. Observou-o recuperar o controle e
respirar fundo. —Não. — repetiu devagar. —Eu já jantei, obrigado. — Ela sentiu
um frio na espinha, sem saber se era medo ou culpa. Subiu e deitou-se,
preparada para enfrentar Joe quando subisse para o quarto. Ele não subiu. Joe não entrou no quarto aquela noite.
x-x
Heeeeeey! Estou muuuuuuito feliz! 10 comentários, nem to acreditando <3 Vejo q estão gostando msm, hein! Essa história n tem hot, desculpem meninas! Mas vale a pena ler até o fim! Esse capítulo é enorme perto dos outros, tinha até pensado em dividir ao meio :$ Bom, gostaram do capítulo? Comentem! Estou ficando mimada com os tantos comentários <3 Amo ler cada um! Respostas aqui' Bjs, amo vcsss ♥



eu sinto um misto de emoção lendo essa fic, estou com ciumes do Zac, com raiva do Joe e ao mesmo tempo da Demi por serem cabeçaa duras! Amo o fato de vc postar sempre!!!
ResponderExcluirSam, xx
Ah sim, eu também! Zac ainda vai aparecer mais... Realmente, dois cabeças duras! Awn, obg ♥
Excluirbjssssss <33
Meeeu pai, posta outro logo se nao vou ter um treco kkkk
ResponderExcluirjasdhff ♥
ExcluirTo amando a fic, confesso que queria ver o Joe sofrendo mais, o fato dele fingir que nao se importa é irritante kkk
ResponderExcluirPosta logo
Bjo
compartilho ctg o msm sentimento! sdhgdsagh
ExcluirPostado!
bj bj bj <3
the bitch is back!
ResponderExcluirfiquei sem comentar pq os dias foram corridos pra mim :(
olá, tudo bem? eu estou indo, obg.
olha eu não sei como dizer, mas... EU ESTOU SIMPLESMENTE AMANDOOOOOOOO! de um modo como nunca amei qualquer outra fanfic, sério. eu sinto tanta coisa quando estou lendo, fico até arrepiada x-x nem piscava enquanto devorava esse capítulo.
agora, vou arriscar... o joe viu aquele beijo? eu acho que viu, pelo simples fato dele estar puto!
voltando um pouquinho, EU QUERO MATAR ESSA MANDY! porra, ela queria o joseph... queria o corpo NU dele! rsrsrsrs' pois bem, eu espero que eles parem de putaria e voltem a ser um casal lindo e maravilhoso <3 kkkkkkkkkkkkkkkkkk
beijos e posta logoooooooo.
TBM TE AMO :)
senti sdds *o*
Excluireu entendo, tb estão corridos para mim! Estou tentando me atualizar nos blogs de tds os jeitos!
td sim...
AWN ♥ gente, eu to hdsgfhdsg <3333
hmmmmm, ele está putão msm hgsdhgdf
EU ME ESPANTEI QD VI Q A MANDY TINHA FEITO ISSO, ESSA CACHORRA!
quem n queria? rçrçrçrçrçrç
em breve, pretty girl, em breve...
postado!
TE AMO MT ♥
essa fic me surpreende cada dia mais. não consigo parar de ler! eu quero, eu preciso de mais, pelo amor de deus, posta logo!
ResponderExcluiro que o joe vai fazer?? ele viu alguma coisa? mdsss tá muito perfeito. a demi tá se sentindo culpada, acho é bem feito pra ela sdkfjvhxcbv o joe fica um tesão com ciumes, ai
posta logooo! beijos te amo ♥
ai suh, to mt feliz com as suas palavras, elas são mt importantes, sério!
Excluirhmmmmmm, será? SUH, Q ISSO mas deve ficar msm jsadgghfad
postado, tb te amo ♥ bjsssss
to a fim de matar o joe. pq ele nao diz o que ele sente? ponto final.
ResponderExcluirposta logo, to muito anciosa. beijos
psé, lerdeza msm! postado! bjssss ♥
ExcluirVocê merece todos esses comentários, sua fic é perfeita, agora posta logo kkkkk'
ResponderExcluirMUITO OBRIGADA ♥ postado <333333333
ExcluirFic maravilhosa, posta mais!
ResponderExcluirobrigada, claro meu anjo ♥
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