28.10.14

Perigosa Atração - Capítulo 1


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Ele era atraente e sabia disso. Sua reputação de conquistador também já havia se espalhado pela cidade, uma vez que não costumava resistir a convites explícitos. Entretanto, os olhares que estava recebendo da mulher desconhecida, sentada a uma mesa do canto, o estavam deixando irritado. Os últimos seis meses haviam sido difíceis e ele andava bebendo demais e saindo com muitas mulheres... pelo menos era isso o que ouvia em casa. Não que desse atenção a esses comentários. Não depois de saber que aquelas pessoas a quem considerava como sendo a sua família, na verdade não o eram.
Ele a fitou com atenção, notando os cabelos negros presos num coque, os seios firmes sob a blusa branca, a cintura fina e as pernas longas e elegantes metidas numa calça jeans justa. Ela estava em companhia  de  Dwight,  seu  meio-irmão  e  a  noiva  dele,  Winnie.  Embora  não  soubesse  o  nome  da desconhecida, supunha que fosse a convidada de Winnie, já que na pequena cidade de Pryor, em Wyoming, todos ficavam sabendo quando alguém recebia hóspedes. Ele deu mais um gole no uísque, pensando, com certa amargura, no quanto vinha bebendo nestes últimos tempos.
Quando se começa a levar mulheres para a cama e não se consegue lembrar de nada na manhã seguinte, é hora de repensar a vida. Dale Branigan o havia pego num momento de fraqueza e agora o estava pressionando, querendo oficializar um compromisso sério. Não que ela fosse feia, mas não passava de um dos muitos casos que o estavam levando direto para o inferno. Pelo menos era isso o que dizia o seu meio-irmão.
Ele olhou para o rosto desaprovador de Dwight, tão diferente do seu, e lentamente levou o copo aos lábios com um sorriso zombeteiro. Porém recusou a nova dose oferecida pelo garçom. Não fora a expressão reprovadora de Dwight que o fizera dar um basta, mas a maneira com que a mulher desconhecida o estava fitando. Havia algo suave e sensível naquela face, como se ela o compreendesse. E quando seus olhares sé encontraram, ele sentiu uma emoção súbita apertar-lhe o peito. Estranho, nunca havia sentido nada assim antes.
Talvez fosse a bebida.
Ele olhou ao redor. O bar estava cheio, embora fosse pequeno o número de mulheres e graças a Deus não havia sinal de Dale. Nas sextas-feiras costumava dirigir até Billings, atrás de um pouco de diversão, porém hoje não se sentia disposto. Tivera um aborrecimento no trabalho ao entrar em atrito com um dos seus homens, depois de ter ouvido certos comentários maliciosos e seu temperamento explosivo o fizera perder um bom mecânico. Quando estava zangado, costumava tornar-se agressivo. Talvez essa fosse uma característica herdada do pai, ele pensou com amargura. Do seu pai verdadeiro, não do homem com quem sua mãe estivera casada por mais de vinte anos. Até seis meses atrás seu nome havia sido Joe Jonas, sendo considerado, por todos, como o filho mais velho de Hank Jonas. Mas há seis meses, Hank havia morrido (dez anos depois da sua mãe), deixando um testamento com a divisão dos bens e também uma carta, onde confessava haver adotado o filho mais velho aos quatro anos de idade.
Joe pagou a bebida e caminhou em direção à porta do bar, hesitando quando Dwight o chamou.
Seu meio-irmão agora o substituía no comando da fazenda Triple N, cargo que ocupara até a morte daquele a quem considerava o seu pai verdadeiro. E este havia sido um golpe duro no seu orgulho, uma vez que passara de filho mais velho a intruso, cabendo a Dwight a posição de herdeiro legítimo. Depois de trinta anos era difícil acostumar-se a uma nova ordem das coisas.
Joe caminhou em direção à mesa do irmão, as feições rígidas, os olhos verdes faiscando sob os cílios negros.

- Você ainda não conhece Joe, não é mesmo Demi? - Winnie perguntou com um sorriso.
Winnie era pequenina, loura e de olhos azuis. Seu tipo físico se assemelhava ao do noivo, já que Dwight tinha a mesma cor de cabelos e olhos. Marie, a meia-irmã de Joe, também possuía essas mesmas características e Joe sempre se indagara por que ele era o único com cabelos negros e olhos verdes, já que sua mãe, assim como Hank, possuíra cabelos louros e olhos azuis. Por que nunca havia sido capaz de interpretar a evidência dos sinais? Talvez, inconscientemente, houvesse passado todos esses anos evitando pensar no assunto.

- Não, ainda não nos conhecemos - Demi respondeu com delicadeza, fitando-o com intensidade.

Joe nunca havia visto olhos como aqueles: castanhos, enormes e cheios de ternura.

- Como vai, sr. Jonas? - ela perguntou com um sorriso capaz de iluminar um dia sem sol.
Ele ficou tenso por um instante. Demi o havia chamado de sr. Jonas, porém ele não era um Jonas. Mas que diabo, este era o único nome com que fora chamado em toda a sua vida!

- Senhorita...

- Lovato.

- Você já está indo para a fazenda, Joe? - Dwight perguntou, um pouco hesitante.

- Sim.

- Vejo você lá, então.

Joe olhou para Demi outra vez. Ela não era exatamente bonita, mas tinha algo de muito especial. Sem dúvida os olhos e a boca eram os pontos fortes do rosto delicado. Ele continuou a fitá-la até percebê-la corar. Que reação estranha para uma mulher que devia ter uns vinte e poucos anos.

- Joe, você pretende comparecer à festa amanhã à noite? - Winnie perguntou.

- Talvez - Ele respondeu ainda fitando Demi e perguntando numa voz profunda: - Você é hóspede de Winnie?

- Sim, mas apenas por umas duas semanas.

Deus! Como este homem era capaz de deixá-la nervosa! Nunca havia sentido uma atração tão imediata por alguém.
E tampouco Joe. Ele estava tendo dificuldades para desviar o olhar daquela figura esguia e se afastar.
Tinha a impressão de estar acordando do torpor que o dominara nos últimos dias, só não entendia bem porquê.

-Tenho que ir para casa agora - ele falou afinal, forçando as palavras.

Demetria Lovato o fitou até vê-lo desaparecer. Nunca havia conhecido alguém tão fascinante quanto aquele homem. Ele se parecia com os cowboys de cinema: alto, forte, ombros largos e pernas musculosas. E ela, que sempre se mantivera afastada dos homens, sentia-se tão afetada pelo rápido encontro que estava trêmula e ruborizada.

- Eu não pensei que Joe fosse parar de beber tão cedo - Dwight falou com um sorriso triste. - Ele tem me evitado e a Marie também. Exceto para começar discussões.

- A situação não está mais fácil na sua casa, não é mesmo? - Winnie perguntou com simpatia, acariciando a mão do noivo.

- Joe não quer falar sobre o assunto e se comporta como se nada tivesse acontecido. Marie está se sentindo no fundo do poço e eu também. Nós o amamos, porém ele se convenceu de que não faz mais parte da família.

Demi prestava atenção sem compreender muito bem sobre o que os outros dois estavam falando. Interessada, resolveu arriscar uma pergunta:

- Ele é muito mais velho do que você, Dwight?

- Seis anos. Joe tem trinta e quatro.

- Mas ele não é o tipo de homem com quem você deva arriscar o seu coração - Winnie falou com delicadeza. - Joe tem passado maus pedaços. Sente-se ferido e está pronto para magoar qualquer um que chegar muito perto.

- Eu detesto ter que concordar, porém Winnie está com a razão - Dwight interveio. - Joe tem ido de mal a pior nestes últimos meses. Mulheres, bebidas, brigas. Hoje de manhã ele deu um soco no nosso mecânico e o despediu.

- O homem mereceu - Winnie falou. -Você sabe muito bem do que ele chamou o seu irmão.

- Ele não teria chamado Joe de nada disso, se o meu irmão não tivesse parado de se comportar como o patrão e começado a agir como um dos vaqueiros. Ele odeia a rotina de ter que lidar com o gado todos os dias. Joe cuidava dos negócios e era bom em organização e administração. E eu não sou. Eu me saía muito mulher quando cuidava da compra e venda de animais. O testamento do meu pai inverteu nossas funções e agora ambos nos sentimos infelizes. Não consigo liderar os homens e Joe recusa-se a voltar a fazê-lo. A fazenda está à beira da ruína porque ele não se concentra no trabalho e deu para beber nos fins de semana. O moral dos homens anda baixo e eles  parecem  procurar desculpas para pedirem  as contas ou serem demitidos.

- Mas...ele bebeu apenas uma dose no bar - Demi comentou.

- É verdade - Dwight respondeu. - Ele ficou olhando para você e então deixou o copo de lado, eu vi muito bem. Essa foi à primeira vez, nos últimos tempos, em que o vi parar depois do primeiro drinque.

- De fato, Joe raramente bebia - disse Winnie. - E quando o fazia, não passava da primeira dose.

- Ele anda amargurado demais. Deus! Eu o entendo e sinto pelo que tem passado. Posso imaginar como eu estaria reagindo se estivesse no seu lugar. Joe tem se sentido muito só.

- A maioria das pessoas sente-se assim - Demi falou com suavidade. - E quando elas estão feridas tendem a fazer coisas desagradáveis.

- Você seria capaz de encontrar desculpas até para um criminoso, não é mesmo? - Winnie comentou com um sorriso afetuoso. - Suponho que este seja o motivo de você ser tão competente no que faz.

- No que eu fazia - Demi corrigiu a amiga. - Eu não sei se um dia serei capaz de voltar a fazê-lo.

- Você precisa de tempo, Dem.

- Isso é algo que eu tenho em comum com o seu futuro cunhado, Winnie. Espero que você tenha razão.

Porém, mais tarde, naquela noite, os pesadelos a atormentaram outra vez, deixando-a banhada de suor, lutando para não ouvir os disparos das armas e os gritos.
Demi levantou-se, vestiu o robe sobre a camisola branca e foi até a cozinha. Winnie já estava de pé e ao notar o aspecto abatido da amiga perguntou com delicadeza:

- Sonhos maus outra vez?

- Sim, mas estou melhor do que antes - Demi respondeu aceitando uma xícara de café e sentando-se à mesa.

- Sinto-me feliz por você ter nos procurado.

Winnie estava vestindo um conjunto de camisola e robe de seda cor-de-rosa que, com certeza, não custara barato. Os Manley sempre haviam gozado de uma situação financeira bem melhor do que a dos Lovato, o que não impedira que a mãe de Demi e a de Winnie houvessem sido excelentes amigas. E essa amizade fora transferida para as filhas.
Durante alguns anos as duas famílias haviam morado em Bisbee, no Arizona, até que os Manley se mudaram para Pryor e os Lovato foram para a América Central.
As últimas semanas poderiam ficar na lembrança de Demi como um pesadelo, exceto que agora ela estava completamente sozinha. No instante em que se vira de volta ao seu país ela entrara em contato com Winnie, que tomara o primeiro avião para ir ao seu encontro e trazê-la para Pryor. Alguns dias se passaram antes que Demi conseguisse recuperar o controle e parasse de chorar. Agora estava começando a sarar. Ontem havia sido o primeiro dia em que Winnie conseguira convencê-la a sair de casa. Demi vinha se esquivando da imprensa desde que chegara ao país e não queria atrair a atenção das pessoas sobre si. Até então havia obtido sucesso em manter-se à sombra, mas não sabia até quando seria capaz de fazê-lo.

- A festa é hoje à noite e você tem que ir. Não se preocupe - Winnie falou ao perceber a expressão ansiosa da amiga. - Irão apenas pessoas das redondezas. Ninguém vai incomodá-la.

- O irmão de Dwight disse que talvez comparecesse.

- Pelo amor de Deus, não provoque o destino se aproximando muito de Joe. Você está acabando de superar um trauma e não precisa de outro.

- Eu sei. Suponho que esteja me sentindo muito vulnerável ultimamente. É apenas solidão, eu nunca estive sozinha antes.

- Você nunca estará só enquanto os Manley estiverem vivos - Winnie falou com firmeza, tocando o rosto de Demi com carinho. - Nós a amamos muito.

- Sim, eu sei. Vocês sabem o quanto os quero bem e o quanto lhes sou grata por poder ficar aqui. Não pude nem mesmo ir para a casa em Bisbee, pois meus pais a haviam alugado... isto é, antes de termos ido para a América Central. Também eu tinha medo de ir para lá, pois alguém da imprensa poderia estar observando o local.

- Todo esse furor chegará ao fim assim que a luta terminar. A imprensa a tem perseguido porque sabe que você poderia lhes dar informações em primeira mão sobre o que realmente aconteceu, já que não se ouviu mais uma notícia sequer depois que as forças de ocupação tomaram o palácio do governo. Mas assim que as tropas leais ao presidente retomarem o poder, eles a deixarão em paz. Enquanto isso, você pode ficar conosco o tempo que desejar.

- Não vou demorar muito. Seu casamento...

- Meu casamento é só daqui a seis meses e você será a minha madrinha. Até lá tudo isso será apenas uma lembrança triste e você já terá recomeçado a viver.

- Eu espero que sim - Demi respondeu com a voz embargada. - Eu realmente espero que sim.

(...)

Na fazenda Triple N, Joe havia acabado de entrar em casa quando se viu frente a frente com Marie, sua meia-irmã.

- Dale telefonou outra vez. Ela parece ter posto na cabeça que é sua noiva.

- Não pretendo me casar com mulheres de uma noite só - ele respondeu com um cinismo deliberado.

- Então você deveria ter deixado às coisas claras desde o princípio.

- Eu estava bêbado demais.

- Olhe o que você está fazendo consigo mesmo - Marie falou cheia de preocupação. - Esta é a sua casa, Joe. Dwight e eu não o consideramos um intruso.

- Não comece - ele murmurou, com os olhos faiscando de raiva.

Marie atirou as mãos para o alto, num gesto de irritação.

- Você não ouve ninguém! Você bebe, você faz farras e nem mesmo se importa em manter a disciplina dos nossos empregados! Eu vi Rance com uma garrafa de uísque em plena luz do dia!

- Se eu o vir, tomarei as devidas providências.

- E quando será isso? Você anda ocupado demais se divertindo, para notar qualquer coisa! - Joe, não respondeu e começou a subir a escada sem olhar para trás. - E quanto a Dale? O que devo dizer se ela ligar de novo?

- Diga-lhe que entrei para um mosteiro e fiz votos de castidade!

Marie sorriu e voltou para a sala de estar, satisfeita que pelo menos naquela sexta-feira Joe havia chegado sóbrio em casa. Foi apenas na manhã seguinte, depois dele ter saído para checar as novas reses que deviam ser marcadas, que Dwight contou à irmã o que havia se passado no bar.

- Você quer dizer que Joe olhou para ela e deixou o copo sobre o balcão?

- Isso mesmo. Ele parecia não ser capaz de parar de fitá-la.

- Ela é bonita?

- Simpática, meiga, atraente. Mas não é nenhuma beleza estonteante. Estranho que Joe a tenha notado, já que sempre pareceu preferir as mulheres experientes que costuma encontrar nos rodeios. Entretanto, Demi me deu a impressão de tê-lo cativado.

- Se ela foi capaz de influenciá-lo o suficiente para tê-lo mantido sóbrio numa sexta-feira à noite, eu tiro o meu chapéu - Marie falou com sinceridade. - Ontem à noite ele se comportou como o irmão que eu me acostumei a ter e não como o estranho no qual se tornou nestes últimos meses. 

– Sim, eu sei o quanto os últimos acontecimentos o magoaram, mas só vim a saber a extensão ao vê-lo se desintegrar diante dos meus olhos. E saber quem é o seu pai verdadeiro parece tê-lo deixado louco.

- Ninguém pode escolher os próprios pais e Joe não poderia gostar daquele homem nem em um milhão de anos. E é claro que ele sabe disso.

- Certa noite, enquanto estava bebendo, ele deixou escapar que nunca terá filhos, por causa do seu sangue amaldiçoado. - Dwight suspirou e terminou o café. - Gostaria que pudéssemos encontrar uma solução para tanto sofrimento. Joe não tem paz.

- Talvez ele possa encontrar paz ao lado da nossa CRT. Lovato... Se ela foi capaz de afetá-lo à distância, imagine o que poderia fazer se se aproximasse!

- Exceto que ela não é o tipo de mulher que atrai o nosso irmão - Dwight respondeu, pondo-se a contar o que havia acontecido a Demi.

- Meu Deus! Pobre garota! - Marie murmurou cheia de simpatia.

- Ela é uma pessoa de valor e Winnie gosta muito dela. Gosta tanto que irá desencorajá-la até mesmo a olhar para Joe.

- Posso entender por quê. O anjo e o proscrito. Acho que estava sonhando acordada.

- Não há nada de errado em sonhar. Mas sonhos não administram uma fazenda.

- Nem organizam uma festa - Marie respondeu sorrindo. - Boa sorte com a papelada, eu vou cuidar dos preparativos para hoje à noite.

Dwight gemeu:

- Vou levar a fazenda à falência em pouco tempo. Se Joe não estivesse tão irascível eu lhe pediria que trocássemos nossas obrigações.

- Você poderia fazê-lo?

- Não há nada que me impeça. Mas ele não me tem dado ouvidos.

- Não desanime. Há sempre um amanhã.


- Diga isso a ele - Dwight falou com um sorriso enquanto se afastava, deixando Marie imersa nos próprios pensamentos.

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O primeiro capítulo para vcs, meus xuxus ♥ Espero que gostem... Qualquer coisa é só me falar! Comentem para o próximo e para eu saber se gostaram ou não... Respostas aqui' Beijos, amo vcs <3

14 comentários:

  1. Respostas
    1. MENINA, TÁ MUITO FODA <3
      QUAL É O PASSADO DA DEMI?
      ELA CONSEGUIRÁ DOMAR JOE JONAS?
      SEXTA NO GLOBO REPÓRTER :v
      BESITOS, POSTA LOGO VAGABA!
      ~ tá em caps pois sou rebelde ~

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    2. VC VAI SABER LENDO u__u
      POSTADO ♥

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  2. Adorei..... posta mais hj por favor... ansiosa....,

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    1. desculpe n postar no msm dia... postado ♥

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  3. C.a.r.a.l.h.o
    adorei, amei, casei com essa fic *O*
    Você escreve maravilhosamente bem. Posta logo, quero saber sobre o passado da Demetria. Enfim, ta foda cara.

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    1. nhawwww'
      n sou eu q escrevo, é uma adaptação de um dos livros de Diana Palmer! Mas msm assim recomendo que continue lendo ;)
      obgg ♥

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  4. Meu sonho é uma maratona.....kkkkkkkkkkkkkkk posta..... parece que essa fic vai ser mara..... amor a primeira vista. Posta logo,

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  5. cara, já to vendo que essa fanfic vai ser MARA
    lksdhfjkgv fiquei super curiosa com esse capítulo, por isso lhe imploro pra q poste outro u.u
    posta logo amiga!
    bjs te amoo

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    1. EU SEMPRE CONFUNDO SINOPSE COM PRÓLOG, ACONTECEU NO BLOG DA ISA, ACONTECEU AQUI
      WHAT IS WRONG WITH ME?????????

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    2. será?
      postado ♥
      postado, bjss tb te amo ♥
      NORMAL, ACONTECE COMIGO TB!!!!!!!!!!!!!!!!!!

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